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quarta-feira, 21 de junho de 2017

A arte de podar, necessidade ou não?


                 

A arte de podar nasceu da irracional iniciativa de um asno e essa origem muar desse ramo da horticultura parece ter influído até hoje na evolução pouco esclarecida dos processos e métodos mundiais de poda. Contamos Portes & Ruyssen (1884) que, segundo Pausâmias, geógrafo e historiador grego, foi um jumento que, devorando os sarmentos de uma videira, deu aos nauplianos a idéia de podá-la 
 (Inglez de Souza, 1986). 

Considera-se que cabras, ovelhas e burros foram os descobridores da poda e, portanto, são chamados de os pais da poda.

Quando as plantas começam a diminuir a sua atividade fisiológica, ou seja, com a chegada do frio, é sabido que está chegando a hora correta  de se fazer uso da tesoura  de poda. Deve-se então preparar  com antecedência as ferramentas  com por exemplo: amolar  as ferramentas, limpar  as lâminas impregnadas de ferrugem  por estarem guardadas  desde o ano anterior, lubrificar  a mola da tesoura e afiar o serrote.
O ritual do corte está para começar.





Definições e Objetivos


Para Joaquim Rasteiro, podar “é o conjunto de cortes executados numa árvore, com o fim de lhe regularizar
a produção, aumentar e melhorar os frutos, mantendo o completo equilíbrio entre a frutificação e a vegetação normal, e, também com o fim de ajudar a tomar e a conservar a forma própria da sua natureza, ou mesmo de a sujeitar a formas consentâneas ao propósitos econômicos de sua exploração”.

A importância de se podar varia de espécie para espécie, assim poderá ser decisiva para uma, enquanto que para outra, ela é praticamente dispensável. Com relação à importância, as espécies podem ser agrupadas em:

Decisiva: Videira, pessegueiro, figueira, nespereira.
Relativa: Pereira, macieira, caquizeiro, oliveira.
Pouca importância: Citros, abacateiro, mangueira, nogueira, pecã.

Como regra geral para se saber se a poda é uma operação importante ou não, pode- se estabelecer que ela é tanto mais necessária quanto mais intensiva for a exploração frutícola e, inversamente menor a sua importância quanto mais extensiva for a cultura. Esta importância da poda está também diretamente relacionada com o objetivo da exploração, ou seja, que tipo de produto o mercado exige; pois com a poda pode-se melhorar o tamanho e a qualidade dos frutos.

O podador deverá fazer uso de seus conhecimentos e habilidades,
onde um gesto seguro reflete a  convicção
de quem acredita que a interferência humana é imprescindível para modelar um pomar.
Na natureza, as plantas crescem sem qualquer modelamento, buscam sempre a tendência natural de crescerem em direção à
luz, tomando a forma vertical, e com isso perdem a regularidade de produção.

Para que a poda produza os resultados esperados, é importante que seja executada levando-se em consideração a fisiologia e a biologia da planta e seja aplicada com moderação e oportunidade.

A Arte de Podar
Embrapa – Meio Ambiente Setembro de 2009

terça-feira, 5 de julho de 2016

Multiplicando plantas por meio de estacas



O que é estaquia?A estaquia, ou "multiplicação por estacas", é um meio de reprodução assexuada (propagação vegetativa), muito utilizada nas produções de mudas de plantas, principalmente as ornamentais e frutíferas.
O método consiste no plantio de um ramo ou folha da planta, desenvolvendo-se uma nova planta a partir do enraizamento das mesmas.

Todas a plantas podem ser reproduzidas assim?

Não são todas as plantas que podem ser reproduzidas por estaquia. Cada espécie de planta possui um método diferente mais adequado para sua multiplicação. Algumas espécies muito difíceis de multiplicar por estaquia, podem ser reproduzidas facilmente por outro método: a alporquia. (Saiba mais sobre a alporquia)
estaquia de roseiras
Estaquia comercial de roseiras
Qual a vantagem de usar estacas?
As grandes vantagens de multiplicarmos as plantas por estaquia são a facilidade de fazê-la, e a possibilidade de propagarmos as melhores plantas, conservando as características da mesma.
Como fazer estaquia? 
Como já foi dito, cada planta possui um método mais adequado de propagação. Há alguns tipos diferentes de estaquia, que apresentaremos a seguir. Para fazer a estaquia, é recomendável que procuremos saber qual é o melhor método para a planta que se pretende reproduzir. Caso você não encontre essa informação, tente alguns métodos até que dê certo, já que é um processo relativamente fácil.
Em alguns casos, o uso de hormônios enraizadores (em geral auxinas), ajuda a melhorar a formação de raízes nas estacas. Mas o uso domiciliar é raro, devido ao alto custo e dificuldade de manuseio.
Várias partes da planta podem ser usadas como estacas, com procedimentos levemente diferentes que detalhamos a seguir:
A) Estacas de ramos novos (ponteiros)
É o método mais adequado para ser utilizado para grande parte das plantas ornamentais, já que as plantas geradas por esse método são em geral, mais parecidas com a planta que as originou.
Passo-a-passo: 
  1. Cortarmos uma ponta de ramo lateral, formando uma estaca de aproximadamente 7 a 12 cm de comprimento. Devemos escolher sempre os ramos mais vigorosos, saudáveis e sem flores.
  2. Retiramos as folhas da base das estacas, o que estimula o crescimento de raízes, principalmente nas bases das folhas retiradas.
  3. Colocamos os ramos em substrato adequado (terra, areia, entre outros), enterrando a base sem folhas. Assim, novas raízes se formam na planta, originando novas mudas. Em alguns casos, colocam-se as bases da estaca em água ao invés de substrato, plantando as mudas em terra assim que enraizadas.

Corte o ponteiro

Retire as folhas da base 


Enterre a base da estaca e regue
B) Estacas de ramos semi-lenhosos (tenras na ponta e firmes na base)
Em plantas ornamentais, esse método é muito utilizado para propagar plantas arbustivas.
  1. Cortamos um ramo lateral, formando uma estaca de aproximadamente 10 a 15 cm de comprimento. Devemos escolher sempre os ramos mais vigorosos, saudáveis e sem flores.
  2. Retiramos as folhas da base das estacas, o que estimula o crescimento de raízes, principalmente nas bases das folhas retiradas. É recomendado que cortemos as folhas restantes pela metade, para diminuir as perdas de água por transpiração.
  3. Colocamos os ramos em substrato adequado (terra, areia, entre outros), enterrando a base sem folhas. Assim, novas raízes se formam na planta, originando novas mudas.

C) Estacas de ramos lenhosos (firmes, lignificados)
É o método mais utilizado para árvores (a maioria das frutíferas), arbustos e roseiras. Para as plantas cujas folhas caem no inverno (planta decíduas), é recomendado que as estacas sejam feitas quando a planta estiver sem folhas, perto do período de rebrota das folhas.
  1. Cortamos um ramo lateral firme, formando uma estaca de aproximadamente 15 a 30 cm de comprimento. Devemos escolher sempre os ramos mais vigorosos, saudáveis e sem flores.
  2. Caso a estaca possua folhas, retire as folhas da base das estacas, o que estimula o crescimento de raízes, principalmente nas bases das folhas retiradas. É recomendado que cortemos as folhas restantes pela metade, para diminuir as perdas de água por transpiração. No caso das roseiras, recomenda-se a utilização de ramos que já floriram, mas sem flores no momento.
  3. Colocamos os ramos (estacas) em substrato adequado (terra, areia, entre outros), enterrando a base sem folhas. Essas estacas podem ser plantadas também diretamente no local definitivo, apesar disso, é recomendado o seu plantio anteriormente em vasos ou sacos de mudas. Assim, novas raízes se formam na planta, originando novas mudas.

Corte o ramo

Retire as folhas, se houverem

Enterre a base das estacas

Estacas brotando após algumas semanas 
D) Estacas de folhas
É um método utilizado em plantas ornamentais principalmente em suculentas, mas são utilizadas comercialmente na produção de mudas de algumas espécies de eucalipto. As plantas geradas por este método são muito parecidas com a planta que as originou, sendo por isso um processo interessante.
Como exemplo, mostraremos a reprodução da violeta-africana.
  1. Cortamos uma folha saudável da planta, retirando-a até a base.
  2. Enterramos aproximadamente um terço da folha em um substrato adequado, com a base da folha para baixo. Para o substrato, pode ser utilizada areia, terra, etc. O mesmo processo pode também, em alguns casos, ser realizado na água. Assim, as folhas enraizarão e formarão novas plantas.

Retire a folha

Enterre a base da folha e regue 


FONTE: http://www.cultivando.com.br/termos_tecnicas_multiplicando_estaquia.html
  

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Criar montar uma mini estufa agrícola para plantas - com temperatura controlada

Olá pessoal, nesse post vou compartilhar a montagem de uma estufa eletrônica com temperatura e luz controlada, essa estufa é feita de forma caseira com pouco gasto de energia elétrica.

Como vocês já viram em posts anteriores, estou na "aventura" de cultivar as pimentas Buth Jolokia e Trinidade Moruga Scorpion, contudo essas belezinhas tem muita dificuldade para germinar, ainda mais aqui em SP onde o tempo não ajuda.

Essas pimentas para germinar precisam de calor, e para poder se desenvolver sem maiores problemas precisam se manter quentes enquanto novinhas.

Tenho perdido várias mudas justamente pela mudança climática, somente depois que estão grandes, com a média de 4 a 6 folhas, elas tem resistência o suficiente para ficar em climas um pouco mais hostis.

Com isso decidi tirar esse sábado para construir uma estufa, não encontrei nada no mercado similar e nem tão pouco com o preço justo, por isso resolvi arregaçar as mangas e montar eu mesmo.

Foi o dia inteiro de montagem e aperfeiçoamento da estufa, porém o resultado está excelente e valeu a pena o esforço.

Pois bem, vamos aos passos.

Material

(veja as fotos para saber do que se trata):
- Pirômetro (aparelho para controlar o aquecimento, semelhante ao termostato mas para calor);

Pirômetro
Pirômetro



- Timer digital (o analógico também serve);
Timer Digital
Timer Digital

- Caixa organizadora (pegue uma alta e larga, para caber bastante mudas);
Organizador
Organizador

- 2 Lâmpadas fluorescente branca de 35W (dizem que é o melhor para o crescimento);
Lâmpada Fluorescente
Lâmpada Fluorescente

- 1 Lâmpada incandescente de 100W;
- Parafusos com porcas e arruelas;
Materiais Diversos
Materiais Diversos

- Fio de 1,5mm duplo flexível;

Fio 1,5mm
Fio 1,5mm

- Cano PVC de esgoto com 4 tampas;
- Cola PVC;
- Papel alumínio.

Montagem Passo a Passo

Comece montando os refletores, você deve cortar os canos no cumprimento da lâmpada, furar na parte superior para parafusar na tampa do organizador e fazer um furo na tampa de pvc para parafusar o bocal da lâmpada fluorescente.
Tubo PVC e tampa para criar os refletores
Tubo PVC e tampa para criar os refletores

Tubo montado
Tubo montado

Corte na lateral para criar os refletores
Corte na lateral para criar os refletores

Furos para fixação e colocação do bocal
Furos para fixação e colocação do bocal

Parafusos com porca para fixação
Parafusos com porca para fixação
Não esqueça de forrar com papel alumínio com a face reflexiva para a lâmpada (use cola PVC para colar o papel alumínio).
Colagem do papel alumínio
Colagem do papel alumínio
Agora parafuse os refletores na tampa do organizador.

Fixação dos refletores na tampa do organizador
Fixação dos refletores na tampa do organizador

Vista da tampa de cima
Vista da tampa de cima
 Aproveite e parafuse a caixa do disjuntor na parte lateral do organizador.

Estrutura da estufa montada
Estrutura da estufa montada

Agora vamos criar o aquecedor central, você precisará de duas tampas do PVC de esgoto, no meu caso, eu precisei cortar a borda da tampa para que eu pudesse encaixar a segunda tampa, de forma a dar uma altura maior ao aquecedor central e ficar afastado do plástico.
Tenha cuidado ao montar essa parte porque a lâmpada incandescente aquece bem, se ficar em contato com o plástico poderá derreter.


Corte para encaixar uma tampa dentro da outra
Corte para encaixar uma tampa dentro da outra

Vista do corte pela lateral
Vista do corte pela lateral

Vista do corte por cima e os furos para passagem dos fios
Vista do corte por cima e os furos para passagem dos fios
Agora vamos montar a segunda tampa que ficará dentro dessa primeira que cortamos, isso dará ao aquecedor central uma altura melhor e afastará ele do fundo do organizador, cujo o plástico é muito sensível ao calor.
Base de cima com os parafusos para dar suporte a lata
Base de cima com os parafusos para dar suporte a lata

Vista lateral
Vista lateral

Tampa PVC com o bocal para montar o aquecedor central
Tampa PVC com o bocal para montar o aquecedor central

Passar os fios pela primeira tampa
Passar os fios pela primeira tampa

Parafusando no fundo do organizador
Parafusando no fundo do organizador
Uma vez parafusada no fundo do organizador, precisamos criar uma proteção em volta do aquecedor.
Um cuidado ao montar o aquecedor central é criar uma gaiola em volta da lâmpada, de forma a evitar que a planta ou suas folhas esbarrem e fiquem queimadas, para isso eu usei uma lata de farinha láctea vazia com vários furos e retirado a tampa e o fundo.
Lata para proteção do aquecedor central
Lata para proteção do aquecedor central

Lâmpada para o aquecedor central
Lâmpada para o aquecedor central

Lâmpada colocada
Lâmpada colocada
Veja que os quatro parafusos colocados na primeira tampa dão suporte para evitar que a lata caia até encostar no fundo deixando a lâmpada descoberta.
A lata irá aquecer também, mas não o suficiente para derreter o plástico do PVC, esse calor irá ajudar a manter o ambiente aquecido depois do desarme do pirômetro.

Agora vamos montar a parte elétrica dos refletores, esses refletores vão fornecer a luz para o crescimento das plantas, o timer digital irá controlar o período que essa luz ficará ligada, conforme pesquisas na internet, você deverá dar no máximo 16 horas de luz para a planta, no caso, eu programei o timer para ligar a luz após as 19 horas e desligar as 7 da manhã, de forma a aproveitar a luz do dia e apenas suplementar algumas horas a mais para ajudar o desenvolvimento da planta.

Vejamos a ligação do refletor:
Ligação dos refletores
Ligação dos refletores

Isolar bem as ligações
Isolar bem as ligações
Quanto a parte elétrica dos refletores, pirômetro e o timer digital, se faz necessário que você tenha conhecimentos técnicos, pois cada dispositivo desse pode ter ligações diferentes das descritas aqui, que podem variar de acordo com a fabricação desses aparelhos, estude bem os manuais antes de se aventurar a ligar os dispositivos, uma ligação errada poderá queimar seu aparelho e colocar você em risco, saiba o que está fazendo.
Colocação dos fios do pirômetro
Colocação dos fios do pirômetro

Ligação do Timer Digital
Ligação do Timer Digital
Apenas para que você tenha ideia, postarei também o manual dos aparelhos que utilizei, talvez ele não sirva para os que você possui, mas dará um panorama geral dos dispositivos.
Manual do Pirômetro
Manual do Pirômetro

Manual do Timer Digital
Manual do Timer Digital
Segue agora a imagem do painel de controle pronto, veja que ficou bem estiloso.
Painel de controle pronto
Painel de controle pronto
Observe que pelo timer digital controlaremos o ciclo de luminosidade e no pirômetro teremos o controle da temperatura.

Segue agora as imagens da estufa funcionando:
Testando a ligação, luzes ligadas
Testando a ligação, luzes ligadas

Testando a ligação vista de cima
Testando a ligação vista de cima

Testando a ligação, luzes apagadas
Testando a ligação, luzes apagadas
Veja que nas duas primeiras fotos a luz se encontra ligada e na última foto foi testado o desarme da luz em um determinado horário para testes, o que demonstra que o dispositivo está funcionando corretamente.
A temperatura ficou controlada entre 28 e 30 graus e a luz programada para ligar as 19 e desligar as 7hs da manhã.

Uma observação a ser feita é que você deverá observar o comportamento da estufa e modificar de acordo com seu comportamento, no meu caso, observei que o aquecedor central estava jogando muito ar quente na tampa e ela estava deformando, outra observação é que não havia entrada de ar, precisávamos criar uma circulação de ar (calor, umidade e sem circulação de ar traz fungos, cuidado!), vou demonstrar como resolvi esses problemas.

Quanto a concentração de calor no aquecedor central, cortei uma outra lata de farinha láctea de forma a criar uma tampa e espaçando ela da outra com grandes espaços, foi parafusada na lata de baixo de forma a evitar que o calor suba de forma concentrada em um só ponto, e as grandes aberturas do lado deixam o calor circular (não tampe a lata, irá sobreaquecer e derreter tudo).
Segunda lata cortada e parafusada em cima para diminuir  a concentração de calor na tampa do organizador
Segunda lata cortada e parafusada em cima para diminuir  a concentração de calor na tampa do organizador

Quanto a troca de ar, temos que evitar que entre o ar frio diretamente em cima das plantas.
A ideia foi furar a caixa embaixo do aquecedor, furando juntamente as duas tampas PVC de forma que o ar seja obrigado a passar por dentro do aquecedor central.
Entrada de ar, vista de baixo do organizador
Entrada de ar, vista de baixo do organizador

Entrada de ar, vista de dentro do aquecedor central
Entrada de ar, vista de dentro do aquecedor central

Dessa forma, aproveitamos o calor retido no aquecedor, fazendo com que o ar entre aquecido.
Outra observação, o ar precisa sair, para tanto, encontre na tampa do organizador qual o local que está mais quente, faça saídas de ar nesse local, no meu caso, eu fiz dois círculos de 5cm de diâmetro próximo aos refletores, dessa forma o ar quente sai por cima da tampa do organizador e o ar frio entrará pela parte de baixo sendo aquecido previamente, evitando que se perda temperatura muito depressa.

Segue a foto da estufa funcionando e já com as sementes de pimenta plantadas.


 Observe nessa última foto os dois furos próximos aos refletores para a saída do ar.

Estufa agrícola caseira para plantas funcionando com sementes de pimenta.
Estufa agrícola caseira para plantas funcionando com sementes de pimenta.

Espero que tenham gostado, assim que eu tiver novidades vou postando para que possam acompanhar o desenvolvimento dessas pimentas.

Depois de 28 dias...


 Hoje, dia 01/12/2013, estou postando as fotos das sementes que eu havia plantado.
Lógico que adicionei mais alguns potinhos com sementes, motivo pelo qual você verá mais potes do que na última foto.

A estufa também teve outro valor além da germinação, tive uma muda de Jolokia que estava fraca, doente, e consegui salvá-la com a estufa (vaso marrom).

Veja como estão as mudas:
Mudas criadas na estufa, percebam um vaso marrom a direita que coloquei para tratamento.
Achei interessante postar o resultado, acredito que muitos de vocês viram a estufa e ficaram na curiosidade.
Pode-se notar que há alguns potinhos que não evoluíram, como se é de esperar, sempre há algumas que não germinam, mas de fato o número de sementes que germinaram é bem superior as que não germinaram (se considerar a taxa de sucesso de germinação das sementes dessa pimenta, o fato de eu não ter espaço ao ar livre e o clima aqui ser frio, esse número é assombroso).

Como podemos ver do dia 03/11/2013 até o dia 01/12/2013 (28 dias), tivemos uma rápida germinação e crescimento das mudinhas (essas no caso são de Trinidade Moruga Scorpion).

Testado e aprovado!

Até mais.

fonte blog tudo em volta
http://www.tudoemvolta.com.br/2013/11/estufa-agricola-plantas-eletrica-caseira.html