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terça-feira, 6 de junho de 2017

HORTA CIRCULAR - COMO APROVEITAR MELHOR A ÁGUA, O SOLO E O SOL

fonte: greenme.com.br

    horta-circular
Alguns projetos de permacultura ensinam a se fazer horta circular - ou seja, você poderá alcançar qualquer das plantas que plantar, desde o centro (eixo) ou então, poderá colocar no centro a fonte de água. Os modelos são muito bonitos, fáceis de fazer e ideais para quem tem um local pequeno para fazer sua horta.
Nesta foto está descrito, em imagens, como fazer uma dessas hortas circulares com trançado, de ramos ou bambu.
horta circular
Fonte foto: Facebook
A vantagem deste modelo é que ele ficará no tamanho que você quiser e elevado do solo o tanto que você precisar. É como um vaso grande portanto, no fundo terá que ter pedrisco, areia, cascalho, para que a drenagem se mantenha boa. Uma horta assim, alta, facilita o trato de manutenção e a coleta do que produzir.
Mas, você também poderá plantar flores - mais altas no centro, mais baixinhas nas laterais, e fará um belo arranjo, colorido, que poderá estar no meio do seu jardim, por exemplo.
Este modelo da foto tem, aproximadamente, 1 m de raio (a medida desde o eixo até a lateral. É fácil de se traçar: fixe o ponto do meio, crave um pauzinho no chão, amarre um barbante com 1 m de comprimento com outro pauzinho na ponta, gire em torno do eixo e vá marcando o chão - este será o limite externo. O miolo da horta fica bom com um raio de 40 cm (amarre o pauzinho no 0,4 m do barbante e marque o chão) pois, nele você plantará arbusto ou arvoreta.
Este modelo é muito bom se você tem um chão empedrado, ou de cimento - então poderá fazer sua horta sobre essa superfície, com terra nova, especialmente preparada para o tipo de plantas que quer plantar.
horta circular 2
Fonte foto: Facebook
Um outro jeito de se fazer horta ou jardim circular é este, do modelo acima. Você pode usar o tamanho que quiser e o benefício é de que deixe essa entrada lateral até o centro. Essa entrada é fundamental para que você alcance as plantas todas, possa dar os tratos necessários e fazer a colheita, sem ter que entrar no canteiro. Na verdade, a gente só tem como tratar, bem, de um canteiro que tenha, no máximo 50cm de largura e, neste modelo, você poderá duplicar essa medida, sem dificuldades.
canteiro circular poderá ter, por exemplo, 1,5m de raio, ou até mais um pouco (o centro deve ficar com dimensão suficiente para você poder se movimentar. É construído com ripas de bambu ou taquarinha (também pode ser com varetas ou ramos) fincadas no chão de terra. Neste caso, o proposto é que você tenha uma profundidade de 20 ou 30cm de terra sobre o solo original mas, se o piso for cimentado, então deverá fazer também a camada de drenagem com pedrisco e areia, como em qualquer vaso.

quinta-feira, 30 de março de 2017

quinta-feira, 2 de junho de 2016

Transformando lixo doméstico em humus de minhoca

Minhocas californianas, especiais para compostagem!


A maioria das pessoas nem se dá conta, mas entre 60% e 70% de todo o lixo produzido diariamente numa casa poderiam ser reaproveitados. Um processo simples, rápido e barato garante a transformação do material orgânico em húmus, um adubo natural com grande quantidade de nutrientes. O trabalho fica por conta de minhocas colocadas em estruturas plásticas onde o lixo é armazenado. E o melhor: tudo pode ser feito em pequenos espaços, o que faz da atividade, uma alternativa até para quem vive em apartamentos.

Fornecemos minhocas e minhocários para o Rio Grande do Sul! 
Contate agropanerai@gmail.com

minhocário antes
Minhocário depois, já com humus.















Húmus: Algumas Características


O húmus de minhoca nada mais é que seu excremento. A minhoca é a maior produtora biológica de húmus, transformando toda matéria orgânica no mais rico adubo existente.

Pesquisas mostram que a aplicação do húmus de minhoca no milho gera um aumento de 18% de rentabilidade econômica para a cultura, e na cultura de batata se obteve um aumento de 17% no primeiro ano.

• Estudos comprovaram que o trabalho das minhocas no solo e a utilização do húmus aumentam a produção de grãos em 35 a 50% e de folhagem em até 40%, em comparação a outras culturas sem a aplicação do húmus;

• Adubo cientificamente preparado, contendo todos os elementos dos macronutrientes (nitrogênio, fósforo, potássio, cálcio, magnésio e enxofre) e micronutrientes (manganês, ferro, cloro, cobre, zinco, cobalto, boro molibdênio), microorganismos humidificantes alcalinos (rhizovium – fixadores de nitrogênio atmosférico);

• Fertilizante natural, poderoso para todas as plantas, que crescem vigorosas e mais rapidamente;

• Antecipa e aumenta a florada e a frutificação;

• Equilibra o pH;

• Com uma umidade de 40 a 45%, o húmus garante a sobrevivência das minhocas e dos casulos;

• Agrega as partículas do solo, proporcionando maior liga e tornando o solo mais resistente à ação dos ventos e das chuvas;

• Desagrega solos argilosos e agrega os arenosos;

• Retém a água, diminuindo substancialmente os efeitos da seca;

• Pode ser empregado em contato direto com as raízes e os brotos mais delicados, sem perigo de queimá-los, pois é um produto estável;

• Promove elevação do nível de cálcio, fazendo a correção do solo;

• Corrige a toxidez do solo em até 70%;

• Atuação permanente, duradoura e imediata após sua utilização;

• Retém melhor seus elementos, liberando-os dosadamente, tornando a adubação mais eficaz e duradoura;

• Em relação à uma camada de solo fértil, o húmus apresenta 5 vezes mais Nitrogênio, 2 vezes mais Cálcio, 4 vezes mais Magnésio, 7 vezes mais Fósforo e 11 vezes mais Potássio.

(Fonte: Agricultura Orgânica – Dr. Ronaldo S. Berton – Pesquisador Cient. Seção de fert. do Solo e Nutr. de Plantas.)

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Faça seu próprio humus, a natureza ganha!!

A compostagem é o processo aplicado para controlar a decomposição de materiais orgânicos, para se obter um material estável, rico em nutrientes. 

A maneira mais comum de realizar a compostagem doméstica é a composteira.







Que bom se pudéssemos, além de separar o lixo reciclável, utilizar o material orgânico para nosso próprio proveito? Bom, isso é possível e fácil de se conseguir.
Apesar de existirem há algum tempo, a compostagem tem ganho cada vez mais espaço nas residências. Se antes precisava-se de um espaço grande para podermos realizar o processo em casa, hoje em dia, os equipamentos estão cada vez mais adaptáveis à vida urbana. Basta querer.

A compostagem é o processo aplicado para controlar a decomposição de materiais orgânicos, para se obter um material estável, rico em nutrientes. Existem várias maneiras de ser realizar a compostagem do lixo orgânico, mas o mais comum utilizado em casas e apartamentos é a composteira.

A composteira é um local onde é colocado o material orgânico para que minhocas o decomponham. Na maioria das vezes, ela é feita de um conjunto ou apenas uma caixa, onde ficam minhocas que serão responsáveis pelo processo de decomposição. Depois que o material orgânico é decomposto, sobra um material que parece terra e o chorume, que é um líquido resultante do processo. Esses subprodutos são usados como adubo orgânico para colocar em jardins, hortas ou qualquer tipo de planta. Se você não tiver jardim, pode até vender para quem se interessar, pois são altamente nutritivos para o solo. E o melhor: a maioria das composteiras modernas já fazem esse processo sem cheiro, graças à espécie de minhoca utilizada. E existem algumas bem pequenas, que você pode usar na sua cozinha ou lavanderia, se não tiver um espaço maior.

Se tiver interesse, pode verificar alguns sites:


Faço compostagem a 10 anos e produzo uma quantidade considerável de humus, que utilizo em meus vasos e canteiros. Todo o lixo orgânico que produzo , mais de alguns vizinhos, trona-se um excelente adubo orgânico.Utilizo a minhoca vermelha da califórnia, que se reproduz muito bem em nosso ambiente.

 Forneço as minhocas para Porto Alegre e região.
email: agropanerai@gmail.com

Quer saber mais sobre compostagem? acesse http://estagiositiodosherdeiros.blogspot.com.br/p/blog-page.html

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Venda de Humus, pode render um bom dinheiro.


Boa tarde! Se o esterco dos animais é um problema na sua propriedade, se as frutas e ou verduras estragaram por problemas climáticos, a produção de humus é uma solução.
No sítio do meu amigo Roberto, estamos planejando o início de uma criação de minhocas da califórnia e produção de humus. Já tenho as matrizes em casa. Caso alguém queira adquirir alguns exemplares, podemos atender.ok

 O número ideal para início de uma criação é de mil (1.000) minhocas por metro quadrado de canteiro. Elas atingem a idade adulta com 60 a 90 dias e produzem de dois a dez ovos. O período de incubação é de 21 a 28 dias.

O minhocário deve ficar em local protegido de ventos, chuvas e de insolação direta. A alimentação, meio de cultura ou substrato pode ser feita somente com esterco curtido e sem contaminação, ou, se houver disponibilidade, também com palha de capim misturada ao esterco, em partes iguais e restos de hortaliças. A água deve ser pura (sem contaminação). A umidade ideal tem de estar em torno de 75%. Para verificar isso, é só encher a mão com o substrato e apertar. Se saírem pequenas gotas de água entre os dedos, está no ponto. A temperatura, por sua vez, pode variar de 18ºC a 23ºC.

minhocário caseiro


A criação deve ser feita em tanques, caixas ou montes. Para tanques, as dimensões devem ser de 40 cm de altura, 1 a 2 metros de largura e comprimento variável. As paredes podem ser feitas com tijolos e o piso com cimento, para facilitar o manejo, mas pode ser feito também na terra. Os pisos de cimento devem ter uma declividade de 2%, com drenos. Galinhas, pássaros e formigas são inimigos naturais e precisam ser controlados. Por isso, recomenda-se dispor uma pequena camada de capim em cima do substrato para proteger as minhocas. É preciso também evitar incidência de plantas invasoras.

 A transformação do substrato em meio de cultura em húmus varia de 45 a 60 dias. Após esse período, o húmus tem de ser retirado para que novo substrato seja colocado. Caso contrário, as minhocas podem morrer ou fugir. A produção média de húmus é de 350 kg por metro quadrado. A venda desse adubo natural é feita principalmente para floriculturas, viveiros de mudas, supermercados.

A criação em cativeiro tem como objetivo a venda de minhocas para reprodução, isca, produção de húmus ou alimentação para animais. A espécie mais adaptada às condições de cativeiro é a Vermelha da Califórnia (Eisenia phoetida), por ser bastante rústica e muito produtiva. Uma colônia com  mil e quinhentas minhocas está sendo vendida a R$ 80,00 em média, enquanto um saco com 50 kg de húmus custa de R$ 30,00 a R$ 50,00.





sexta-feira, 10 de abril de 2015

Humus - ÓTIMO produto em Porto Alegre. Policultura Rosa.

Recomendo este produto, pois tenho utilizado em pomares e em minha residência.

ADUBO ORGÂNICO
 
A adubação orgânica serve para uso geral em gramas, árvores frutíferas, bananeiras, floreiras, floriculturas, ornamentais e recomposição de solos e estufas.
É Super concentrado, rico em fósforo e potássio e com Ph controlado. Embalagem de 25 Kg e a granel.
 
   
 
SUPER TERRA ORGÂNICA
 
A super terra é composta e serve para uso geral em jardins, floreiras e plantio de grama.
Vendemos em metro cúbico  e em Embalagem de 25 Kg.
 
   

http://www.policulturarosa.com.br/#[request_source]clientes.php

terça-feira, 17 de março de 2015

Elegir un buen compost para el huerto urbano


El compost es uno de los elementos más importante para nuestra tierra de cultivo del huerto urbano. Como se dice en cualquier manual de cultivo para hortícolas la mezcla ha de ser un 50% de sustrato y otro 50% compost.
Elegir un buen compost para el huerto urbano
El compost va ser básicamente el abono que va a alimentar a nuestras hortalizas de una forma ecológica y natural, ya que este abono proviene de la descomposición de la materia orgánica vegetal y algo de animal como las cáscaras de huevo. Es el milagro del reciclaje en toda su extensión.
Realizar un buen compost es muy importante en nuestro caso porque va a aportar todo lo que le falta a la tierra de una maceta y alimentar a nuestros cultivos. Tan importante como el aporte de Nitrógeno, Fósforo y Potasio son las bacterias y los microorganismos que han aparecido durante el proceso de compostaje y que ayudan a la planta en muchos procesos metabólicos.
Se puede realizar compost en nuestras casas de una forma natural y casera, sin embargo, el compostaje en las terrazas es complicado por problemas de olor y por la falta de residuos como hojas secas, pues un huerto apenas tiene desperdicios. Por lo tanto, en muchos casos, no nos queda otra opción y deberemos comprarlo.
Un buen compost ha de tener un aspecto oscuro y homogéneo, a veces, casi negro. Esta tierra tiene ha de estar moderadamente suelta y si que posea terrones compactos y de ser así se deben de poder deshacerse con facilidad y no debe manchar.
Un compost bueno, nunca encontraras, palos, cortezas, hojas enteras o parcialmente desechas, de ser así no vuelvas a comprar dicho compost.
También tiene que oler bien ,como a tierra húmeda, no debe oler a estiércol ni a nada podrido y mucho menos contener moscas. Cualquier olor rancio o desagradable es indicativo de que no es bueno.
Si el compost está a temperatura superior a la del ambiente es que aún no está acabado. Puede que sea un buen compost en el futuro pero todavía no lo es. Atención porque mientras esté caliente no es adecuado todavía para las plantas.
El origen del compost puede ser muy variado y contener muchos productos: estiércol, hojas, alfalfa, algas marinas, pescado,.. Pero en todos los casos deben cumplirse las indicaciones anteriores.
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quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Novo minhocário no sítio em Montenegro

Após o Natal construímos um novo minhocário aproveitando uma geladeira velha que estava abandonada no sítio. Como a produção de resíduos é pequena devido aos poucos dias que passamos no sítio durante o ano, a produção de humus é pequena, mas sempre importante. 
Na próxima vez vou buscar um esterco de gado no vizinho, para multiplicar a população de minhocas californianas.
Vamos acompanhar a evolução deste sistema.

BOAS FESTAS!

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Adubo Orgânico e Composto - video da faculdade de Agronomia do Uruguai


Abono orgánico y compost from Huertas familiares on Vimeo.

«A produção de resíduos é hoje em dia um dos problemas de maior impacto no ambiente, devido não só ao aumento da sua produção, como também ao tipo de resíduos produzidos e aumento da sua perigosidade. Contudo, apesar da produção de resíduos ser inevitável, existem formas de a minimizar e de tornar mais sustentável e menos nociva a sua gestão.


Neste âmbito, a Vermicompostagem é uma das soluções possíveis.

O processo de tratamento e valorização dos resíduos orgânicos através da Vermicompostagem tem consideráveis vantagens competitivas face a outros processos (compostagem, digestão anaeróbica, aterro, etc.), para além de apresentar baixo custo, robustez e originar um produto final de qualidade. A vermicompostagem é ainda um processo ecológico, competitivo e barato.
 
Para quem não sabe:
Porto Alegre leva diariamente, desde 2002, 1,4 mil toneladas de lixo doméstico e público produzidos pela população para o aterro de Minas do Leão , distante 113 quilômetros. A solução de destinar os resíduos para a mina de carvão desativada e transformada em aterro foi adotada depois que o Aterro Sanitário da Extrema, no Lami - o primeiro aterro licenciado pela Fepam, em 1997 -, esgotou sua capacidade.

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

O QUE É MINHOCULTURA? O QUE É HÚMUS DE MINHOCA?

MINHOCULTURA
Maria de Fátima Gonçalves de Oliveira
O QUE É MINHOCULTURA? 

É uma atividade onde se utilizam as minhocas para conversão e transformação de resíduos orgânicos em húmus.
QUAIS OS PRINCIPAIS CUIDADOS PARA INICIAR A CRIAÇÃO DE MINHOCAS?
Alimentação: a matéria-prima mais usada  é o esterco bovino curtido, porém deve ser de boa procedência e não apresentar contaminação pela presença de predadores; como também a de  amônia, proveniente da urina de animais ou por resíduos de outros produtos.É aconselhável que o agricultor tenha sua própria matéria-prima. 

Cobertura: o canteiro deve ser coberto por uma camada de 5 a 10cm de palha seca para manter a umidade e a escuridão, essenciais à criação de minhocas, que não podem receber luz solar. 

Temperatura: a temperatura interna do canteiro ideal, para criação da espécie vermelha da Califórnia  situa-se na faixa de 16o a 22ºC. 

Umidade: a umidade do material deve ser em torno de 60%, mantidas através de regas em dias alternados.
QUAL A ESPÉCIE DE MINHOCA UTILIZADA NESTA ATIVIDADE? 

Na natureza, as minhocas se dividem em mais de 3.000 espécies. Porém a mais indicada para esta atividade é a vermelha da Califórnia, cujo nome cientifico é (Eisenia foetida).
POR QUE ESTA ESPÉCIE É MAIS RECOMENDADA?
Devido aos seguintes aspectos:
  • apresenta crescimento rápido;
  • possui precoce maturidade sexual;
  • melhor adaptação ao cativeiro.

O QUE É HÚMUS DE MINHOCA?
Húmus de minhoca ou vermicomposto é o excremento das minhocas, um produto natural, estável de coloração escura, rico em matéria orgânica, tendo nutrientes  facilmente absorvido pelas plantas.
QUAIS AS MATÉRIAS-PRIMAS UTILIZADAS PARA PRODUÇÃO DO HÚMUS?
Esterco de animais, bagaço de cana-de-açúcar, frutas, verduras, resíduos industriais orgânicos e restos de podas, etc.

ONDE É PRODUZIDO O HÚMUS DE MINHOCA?
Em minhocários, os quais podem ser feitos em caixas de madeira, blocos de cimento, manilhas (anéis de concreto), tijolos ou  simplesmente em montes.
O QUE É MINHOCÁRIO?
É o local onde a criação de minhocas é conduzida; geralmente são formados por canteiros construídos de tijolos. O tamanho varia com o objetivo da criação.
ONDE DEVE SER INSTALADO O MINHOCÁRIO?
O minhocário deve ser construído em local ventilado, sombreado, livre da infestação de predadores, não sujeito a encharcamento  e  próximo à fonte de matéria-prima.
QUAL O TAMANHO DO CANTEIRO NO MINHOCÁRIO?
É aconselhável começar com um canteiro de 10m de comprimento por 0,80m de largura e 0,40m de altura. Um canteiro com essas dimensões consome aproximadamente 2,5t de esterco curtido a cada 35 dias.
QUAL A QUANTIDADE DE MINHOCAS NECESSÁRIA PARA COLOCAR NESSE CANTEIRO?
Recomenda-se colocar cinco mil minhocas por metro quadrado de canteiro.
QUAL A PRODUÇÃO DE HÚMUS DO CANTEIRO COM ESSAS DIMENSÕES?
A expectativa de produção é de 150 a 170kg/m2 de canteiro. Portanto teremos uma produção em torno de 1500 a 1700kg por canteiro.

QUAIS OS PRINCIPAIS INIMIGOS NATURAIS DAS MINHOCAS E COMO CONTROLÁ-LOS?
  • Formiga - principalmente as lava-pés, que fazem ninho dentro do canteiro; a área atingida deverá ser removida com todo o cuidado para que possa retirar o maior número de formigas evitando que elas se alastrem; se houver formigas transitando na superfície dos criatórios, podemos eliminá-las ateando fogo em folhas de jornais passando rente ao interior do canteiro, procedimentos estes que não prejudicam as minhocas. É conveniente colocar em volta ao canteiro uma faixa de mais ou menos 10cm de carvão moído, evitando, portanto, o trânsito das formigas, junto ao mesmo.
  • Sanguessuga - sua identificação é mais difícil, pois assemelha-se muito com a minhoca. Sua coloração é vermelho alaranjada ou cor-de-abóbora. Segundo especialistas, a sanguessuga terrestre é nativa em diversos tipos de solos, e seus ovos eclodem quando encontram ambiente ácido e bastante úmido, sendo seu crescimento populacional superior ao da minhoca. É, talvez, o mais sério dos predadores da minhoca, pois suga todo o sangue do seu corpo, deixando a minhoca branca, totalmente anêmica, e sua morte é certa. Para combatê-la, é necessário cimentar o fundo dos canteiros e controlar a umidade do esterco em que se encontram as minhocas. Quando descobrimos sanguessuga no canteiro, fazemos a catança manual revirando todo o substrato do mesmo. Esse procedimento tem-se mostrado bastante satisfatório, conseguindo-se eliminar as sanguessugas completamente, e a repetição desse procedimento nos assegurará o seu controle. 
  • Pássaros - para evitar o ataque de pássaro devemos ter o cuidado de manter os canteiros bem cobertos.

COMO DEVE SER A REMOÇÃO DAS MINHOCAS NO CANTEIRO?
A remoção deve ser feita utilizando a técnica da peneiração. Recomenda-se portanto,  uma  peneira  de malha de 4mm.
COMO DEVE SER COMERCIALIZADO O HÚMUS?
O húmus de minhoca, ou vermicomposto, como também é chamado, pode ser comercializado a granel, em sacos de 20 e 50kg, por tonelada, ou embalado em pequenas quantidades em sacos plásticos personalizados de 1,2,3 ou 5kg, com cores e desenhos que possam atrair o consumidor e facilitar a identificação do produto.

QUAL O PRAZO DE VALIDADE DO HÚMUS DE MINHOCA?
O prazo de validade é aproximadamente 3 meses podendo prolongar por até 6 meses, desde que mantenha  acondicionado em lugar arejado e, semanalmente, feita a reposição de água .
QUAIS OS BENEFÍCIOS DO HÚMUS DE MINHOCA PARA O SOLO?
  • melhora  a porosidade e a aeração do solo, aumentando a capacidade de captação de nutrientes pelas plantas;
  • aumenta vida biológica no solo, com o desenvolvimento de bactérias e fungos fixadores do nitrogênio e proliferação dos microrganismos;
  • diminui a quantidade de adubo químico, proporcionando redução nos custos de produção;
  • pode ser empregado em todo tipo de cultura;
  • é um produto natural que não degrada o meio ambiente.

QUAIS AS VANTAGENS DE UTILIZAÇÃO DO HÚMUS DE MINHOCA NA AGRICULTURA?
Ser produzido pelo próprio agricultor, através do aproveitamento dos resíduos orgânicos gerados na própria propriedade, diminuindo assim a dependência com aquisição de insumos industriais, o que acarreta uma redução nos custos de produção.
QUAL A QUANTIDADE DE HÚMUS DE MINHOCA QUE DEVE SER USADA?
A quantidade varia de acordo com o tipo de solo, com a sua fertilidade, com a cultura a ser explorada, com o tipo de adubação, com o custo do fertilizante e o valor da colheita.
É preferível utilizar doses menores e constantes a aplicações pesadas e espaçadas. Nas atividades agrícolas, utiliza-se em média, 30t/ha, a lanço. Quando em cova, essas quantidades variam de 4 a 5L por cultura.

Fonte: Instituto agronômico de Pernambuco

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Minhocário e compostagem em apartamento






Existem várias formas possíveis para se montar um pequeno minhocário dentro de casa, assim como as finalidades também podem variar. Nem sempre aquilo que nos dizem sobre compostagem de lixo ou sobre minhocas se aplica às nossas condições, mas o mais importante é experimentar e não desistir. No fim das contas daremos a nossa contribuição ao planeta, modesta mas muito válida.

IMPLANTANDO UM MINHOCÁRIO DENTRO DE CASA

1- Material necessário
a) Caixa com tampa – essas caixas organizadoras de plástico servem, mas se for possível optar por caixas de madeira é melhor, embora requeiram alguns cuidados extras (a madeira não pode ser tratada com certos produtos tóxicos);
b) Garfo/ancinho de jardim;
c) Folhas secas;
d) Punhado de terra qualquer e algumas minhocas.

2- Local
A primeira coisa a pensar é onde será o local de trabalho das minhocas. Se existe um pequeno pátio disponível (ideal), basta empilhar alguns tijolos em forma de chiqueirinho diretamente sobre o solo, à sombra e protegido da chuva. Infelizmente essa não é uma situação comum na cidade, no nosso caso precisaremos escolher algum cantinho dentro de casa protegido do sol e mais ou menos bem ventilado para colocarmos a nossa caixa.

3- Folhas secas, terra e minhocas
A seguir vamos até a praça ou terreno disponível mais próximo, juntamos um bocado de folhas secas (o suficiente para formar uma “cama” no fundo da caixa e para cobertura), um punhado de terra e algumas minhocas coletadas no mesmo local. A terra será importante como abrigo para as minhocas nessa fase inicial, visto que nem todas apreciam resíduos muito frescos, e também para controlar o processo de fermentação que pode acontecer.

Esses “ingredientes” iniciais garantem a inoculação do ambiente com microorganismos que também são importantes no processo de decomposição da matéria orgânica, além das minhocas. Ou seja, reproduzimos em pequena escala as condições ambientais para que o nosso “lixo” seja transformado em novos nutrientes.

4- Colocando a fábrica em funcionamento
Vamos lá! Forme uma cama de folhas secas no fundo da caixa, coloque uma parte da terra com as minhocas em um canto dela, despeje o seu lixinho orgânico que antes era levado pela coleta municipal sobre essa terra, e por cima disto espalhe o restante da terra (não precisa cobrir totalmente). Por fim, mantenha toda pilha sempre coberta com folhas secas, pois isso ajuda a regular a umidade e a manter o microclima adequado para os microorganismos .

5- Manutenção
Forme pilhas com os restos vegetais em vez de espalhar tudo pela caixa. De tempos em tempos (1 ou 2 semanas – no início do processo esse período varia muito) revire o conteúdo com cuidado – quanto menos pertubar as minhocas, melhor – e verifique a umidade. Se estiver muito seco, adicione água. Se estiver muito úmido coloque mais um pouco de terra, folhas secas ou mantenha a tampa aberta por uma noite – tente ver o que é mais adequado para a situação.

A regulagem da umidade na caixa é crucial para o bom funcionamento do sistema. Se a quantidade dos restos depositados diariamente for grande é bem provável que seja necessário drenar o chorume (liquido originado da decomposição da matéria orgânica), bastando para isso fazer um pequeno furo no fundo da caixa e colocar algum recipiente para apará-lo.

6- Possíveis problemas
a) Mau cheiro: pode ser indicativo de excesso de umidade e/ou falta de oxigênio;
b) Minhocas fugindo da caixa: pode ser que a situação não esteja favorável para elas. Verifique se a massa de matéria orgânica depositada que eventualmente tenha entrado em processo de fermentação não está muito grande, pois a temperatura pode se elevar muito – nesse caso espalhe um pouco pela caixa, se necessário coloque um pouco de terra comum seca. Verifique se há excesso de umidade. Verifique se há super população de minhocas. Se a caixa estiver parada há muito tempo pode ser que esteja faltando comida.

7- O que colocar na caixa
Podemos colocar no minhocário à vontade:
a) restos de verduras, legumes, cascas de frutas, erva de chimarrão, sachê de chá, palitos de fósforo;
em pequenas quantidades:
b) cinzas, borra de café;
colocar raramente: guardanapos de papel.
Não pode ser colocado na caixa: carnes, laticínios, restos de comida salgada ou gorduras.

Observação: Evite desperdício de alimentos, comida jamais deveria ir fora!

8- Quando a caixa encher
Se o composto não estiver em ponto de ser retirado/colhido, deixe essa caixa em repouso, retire parte das minhocas e inicie outra.

9- Colheita de húmus
O nosso composto orgânico ou húmus estará pronto quando estiver com cheiro agradável de terra, e ao pegarmos na mão percebemos que não gruda, limpando facilmente os dedos.

Dica: se quiser use uma peneira para homogeneizar o composto, ficará com uma aparência muito boa!

FONTE: http://minifundiodevaranda.wordpress.com/2009/04/19/minhocario-e-compostagem-em-apartamento/
 
http://www.minhocasa.com/

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Produção de Minhocas e Húmus



A minhoca vermelha da Califórnia  é a minhoca mais criada nos Estados Unidos e no Brasil, sendo considerada a melhor minhoca para criação comercial. Atualmente, devido às suas excelentes características, ela se encontra espalhada por quase todo o mundo, havendo se adaptado muito bem, praticamente, a todas as regiões.

Ela é muito calma, com seus movimentos lentos e não se aprofunda muito na terra, quando em liberdade, ou no canteiro. A sua produtividade é muito elevada na "fabricação" de húmus, além de ser bastante prolífica, reproduzindo-se com facilidade. Devido a essas características, é a minhoca preferida pelos criadores, para as criações comerciais ou minhocários.

Segundo cálculos realizados, a minhoca vermelha da Califórnia representa 80 a 90% de todo o comércio especializado nos Estados Unidos, o que representa um mercado de muitos milhões de dólares por ano. Isso ocorre, provavelmente, porque ela é resistente, forte, precoce, muito prolífica e se adapta a uma grande variedade de solos e climas.

Ela se adaptou muito bem às condições existentes no Brasil, onde é criada com todo o sucesso técnico e comercial, proporcionando um ótimo retorno financeiro aos seus criadores. No Brasil, ela é conhecida como "minhoca vermelha", sendo a mais indicada para a criação em minhocários.

Essa espécie de minhoca apresenta um grande número de vantagens para ser criada racionalmente, em minhocários, aos quais se adapta com facilidade e atinge elevada produtividade. Ela é precoce, crescendo, desenvolvendo-se e se reproduzindo mais cedo que as minhocas de outras espécies, produz muitos filhotes, produz muito e transforma todo o esterco em que vive ou outras matérias orgânicas em húmus, com maior rapidez do que as minhocas de outras espécies.

Além do mencionado, a minhoca vermelha é uma ótima isca para pescarias, sendo a preferida pelos pescadores devido à sua cor, vivacidade e vitalidade, pois resiste viva por muito tempo, inclusive quando fica mergulhada dentro da água, já no anzol.

A minhoca vermelha também apresenta uma grande vantagem para seus criadores: ela é muito resistente às viagens e, quando for necessário transportá-la, pode permanecer em ambiente úmido por várias semanas.

A minhoca vermelha, como já mencionamos, é a mais rápida para produzir húmus, mas só consegue fazê-lo utilizando esterco. Quando, no entanto, o material empregado para a alimentação das minhocas e a sua transformação em húmus é fibroso como, por exemplo, folhas, a vermelha da Califórnia é mais demorada no seu "trabalho". Não havendo "comida" ou esterco para as minhocas, elas fogem dos canteiros.

FORNEÇO MINHOCAS CALIFORNIANAS PARA PORTO ALEGRE E REGIÃO.
Eng. agrõnomo Alexandre

terça-feira, 6 de maio de 2014

A Minhoca na Agricultura




As características fisico-químicas e biológicas de um solo influenciam grandemente a qualidade final dos produtos alimentares provenientes da agricultura, pois as culturas agrícolas só poderão produzir em quantidade e qualidade se, além de condições climatéricas favoráveis, tiverem à sua disposição durante o período de crescimento, os vários nutrientes e fauna edáfica (minhocas, insectos,...) nas proporções adequadas, o que implica, em muitos casos, o recurso a fertilizantes químicos para aumentar a fertilidade do solo.

A lentidão de formação de húmus natural para restabelecer a fertilidade de um solo, o elevado custo dos fertilizantes químicos e a contaminação consequente das águas e solo, têm conduzido à procura de outros fertilizantes produzidos biologicamente. Uma das opções de melhoria da qualidade do solo passa pela aplicação, na terra, ou directamente junto às plantas, do húmus produzido pelas minhocas ou vermicomposto.

A minhoca ingere terra e matéria orgânica equivalente ao seu próprio peso e digere e expele cerca de 60% do que comeu sob a forma de excrementos (húmus), em muito menos tempo que a natureza. A minhoca recicla assim
restos de comida e outra matéria orgânica, produzindo um adubo orgânico muito rico em flora bacteriana (cerca de 2000 milhares de bactérias vivas e activas, por cada grama de húmus produzido) e  devolvendo à terra cinco vezes e meia mais azoto, duas vezes mais cálcio, duas vezes e meia mais magnésio, sete vezes mais fósforo e onze vezes mais potássio do que contém o solo do qual se alimenta.

A importância das minhocas para a fertilização e recuperação dos solos já era reconhecida pelo filósofo  Aristóteles, que definia estes seres como "arados da terra", graças à sua capacidade de escavar os terrenos mais duros. Os antigos egípcios atribuíam poderes divinos às minhocas, protegendo-as por lei. A grande fertilidade do solo do vale do Nilo deve-se não só à matéria orgânica depositada pelas enchentes do rio Nilo, como também à sua humificação pelas minhocas que ali proliferam em enormes quantidades.

Animal extremamente útil para a agricultura e que passa quase todo o seu ciclo de vida debaixo da terra, a minhoca melhora as propriedades fisicas, químicas e biológicas do solo: perfura-o, formando galerias subterrâneas e descompacta-o.

Algumas das vantagens da utilização do húmus de minhoca como adubo natural incluem:
·         não agressivo para o ambiente e fonte de nutrientes para as plantas, especialmente de azoto, fósforo, potássio, cálcio e magnésio.
·         Controlo da toxicidade do solo, corrigindo excessos de alumínio, ferro e manganês.
·         Contribuição para um pH mais favorável ao desenvolvimento das plantas.
·         Redução da lixiviação e volatilização dos nutrientes das plantas.
·         Entrada de água e ar facilitada.
·         Drenagem controlada, evitando encharcamentos.
·         Alteração da estrutura do solo, suavizando efeitos de erosão, compactação, impermeabilização e desertificação.
·         Promoção da agregação de solos arenosos.
·         População microbiana fixadora de azoto abundante.
·         Aumento da resistência das plantas a pragas e doenças.
·         Absorção favorecida dos nutrientes pelas raízes das plantas.
·         Aplicação possível em contacto directo com raízes, não queimando plantas novas.

A vermicompostagem, isto é, a compostagem realizada quase exclusivamente por minhocas, surge como opção simples de reciclar os restos de resíduos alimentares (cascas, gomos,...) e de obter húmus com excelentes propriedades. Poupam-se recursos, preserva-se o ambiente, evita-se o uso desmesurado de fertilizantes sintéticos e aproveita-se para conhecer melhor este ser vivo.

Para além da produção de húmus, as minhocas podem também ser usadas como isco para a pesca e para produzir farinha, dado o seu elevado teor de proteínas (78%). Além disso, têm uso na medicina, pela sua grande capacidade de cicatrização e regeneração dos tecidos e também na farmacologia, no tratamento de bronquite, asma e hipertensão.

O comércio de minhocas como isco vivo tem sido o grande responsável pelo desenvolvimento da minhocultura (criação de minhocas) na maioria dos países criadores.

Caracterização

A minhoca é um animal invertebrado, aeróbio, pertencente à classe dos anelídeos, visto possuir um corpo segmentado em partes iguais; tem respiração cutânea (respira pela pele) e, apesar de hermafrodita (possui os dois sexos), a minhoca não se auto-fecunda, necessitando de outra minhoca para se reproduzir.

As minhocas, após atingida a maturidade sexual, reproduzem-se durante grande parte do ano, acasalando-se normalmente à noite durante 2 a 3 horas, na superfície do solo. Os óvulos fecundados são libertados no solo no interior de um casulo, dando origem cada um deles a uma minhoca. Oito minhocas adultas podem originar 1500 minhocas em 6 meses desde que as condições de humidade, oxigénio, luminosidade e nutrientes sejam favoráveis.

A boca da minhoca está situada na extremidade que fica mais perto do clitelo (a parte mais espessa do corpo) e como não tem dentes (não morde), só se pode alimentar de material de pequeno tamanho, amolecido pela humidade e pelos microorganismos. As minhocas são capazes de regenerar a cauda mas não a cabeça, ou seja, se uma minhoca tiver sido dividida em duas partes, apenas a parte que contém a cabeça regenera uma nova cauda.

As minhocas são saprófagas, isto é, alimentam-se de matéria orgânica morta, especialmente vegetais, que normalmente transportam para dentro das suas galerias.

As minhocas não possuem olhos, mas os seus fotoreceptores são sensíveis à luminosidade, particularmente à luz do sol. A epiderme que abriga as células fotoreceptoras possibilita à minhoca distinguir a luz diurna da nocturna, perceber pequenas vibrações, seleccionar alimentos e parceiros.

Estes saprófagos podem viver 5 anos ou mais, em condições favoráveis, e quando adultos pesam 1 g, podendo  chegar ao tamanho máximo (12 a 20 cm) aos 7 meses. Quando uma minhoca morre, o corpo é rapidamente degradado.

http://www.confagri.pt/Ambiente/AreasTematicas/Pages/minhocaagricultura.aspx

Agradecimentos: a Sandra Barbosa, Dir. Deptº Meio Ambiente, Brasil, pelos esclarecimentos prestados.