Mostrando postagens com marcador compostagem. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador compostagem. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Dicas para quem deseja se livrar das larvinhas em composteiras

Fonte: http://www.ecycle.com.br

As mosquinhas da composteira  estão te incomodando? Saiba como eliminá-las de modos naturais


Se você utiliza uma composteira em sua casa, é possível que algumas mosquinhas estejam te incomodando devido a desregulações do sistema. A Drosophila melanogaster, também conhecida como mosca-do-vinagre, mosca-da-banana ou mosca-de-frutas, alimenta-se das leveduras em frutos já caídos (veja mai aqui). Estas leveduras geralmente são encontradas em materiais em inicio de decomposição. Sendo assim, as mosquinhas de frutas podem aparecer na sua composteira durante o processo de transformação do material orgânico.
Como resolver este problema? Aqui vão algumas dicas para você deter facilmente essas mosquinhas inconvenientes:
1. Detectar se a umidade está elevada na sua composteira
A umidade deve ser um processo regulado para evitar problemas na sua composteira. Um teste simples para saber se a umidade está alta é apertar a mistura para verificar se há gotejamento de líquido. Se isso ocorrer, coloque mais material seco (folhas secas ou serragem) e revolva a mistura - o conteúdo deixará de ficar tão úmido.
2. Perceber se há mau cheiro na sua composteira
Quando isto ocorre, é sinal de que há um desequilíbrio no sistema. O mau cheiro e a fermentação são grandes aliados para a atração das moscas. O odor é causado quando o lixo orgânico úmido (em grandes quantidades) excede a capacidade de absorção do sistema, gerando gás metano. Em outras palavras, ele se dá quando ocorre a fermentação (entenda melhor).
3. Usar repelentes naturais e armadilhas
Também pode haver proliferação das moscas através da eclosão dos ovos já depositados nos frutos que estão sendo compostados. Nesse caso, percebendo presença das moscas-de-frutas, a dica é utilizar algum repelente natural contra insetos, como chá concentrado de capim limão e óleo de citronela. O chá deve ser borrifado na mistura e o óleo pode ser adicionado nas paredes das caixas pelo lado de fora.
Outra informação importante é que temperaturas acima de 30 °C e baixa umidade, durante algumas horas, provocam mortalidade elevada de ovos (veja mais).
armadilha natural para mosquinhas de fruta também funciona como uma alternativa ao uso de inseticidas. Ela é feita a base de atrativo alimentar para "chamar" as moscas e auxilia no processo de controle das mesmas. Utiliza-se também, para capturar as mosquinhas, armadilha feita com vinagre de maçã e algumas gotas de sabão dentro de uma tigela (veja mais).
4. Por último, é bom lembrar
• Regular a umidade na composteira evita atração de moscas.
• Não é indicado compostar frutos com furos, ou sinais de “bichado”, pois estes podem conter ovos e larvas das moscas.
Fonte: http://www.ecycle.com.br/component/content/article/67/2253-composteira-dicas-como-evitar-combater-mosquinas-moscas-drosofilas-regulacao-umidade-dicas-detecte-mau-cheiro-repelentes-naturais-armadilhas-altas-temperaturas-capim-limao-oleo-de-citronela.html

quinta-feira, 30 de março de 2017

segunda-feira, 27 de março de 2017

“Compostagem” abre ciclo de Oficinas Saber na Prática em 2017

por cepagroblog
Com suporte do Programa de Apoio a Projetos da Associação Comercial e Industrial de Florianópolis (ACIF), o ciclo de Oficinas Saber na Prática iniciou as atividades de 2017 no último sábado, 18 de março, com uma capacitação sobre Compostagem no Jardim Botânico do Itacorubi. Cerca de 40 pessoas participaram da atividade, em que foram trabalhados diversos tipos e aplicações desta técnica de reciclagem de resíduos orgânicos, com facilitação dxs engenheirxs agrônomxs da equipe Cepagro Camilo Teixeira, Ícaro Pereira, Júlio César Maestri e Karina Smania de Lorenzi. As próximas oficinas abordarão temáticas como Plantas Medicinais, Viveiros de Mudas e Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANCs).
Buscando sempre aliar teoria e prática, a equipe iniciou a oficina utilizando uma ferramenta pedagógica que faz sucesso na escolas: a TV Composteira, um caixote com paredes de vidro onde é possível visualizar as várias camadas de compostagem. Após uma rodada de perguntas, o grupo foi ao Pátio Didático de Reciclagem Orgânica, onde estão montadas composteiras nos modelos: leira estática com materiais estruturantes, com impermeabilização e também as de estrutura fechada (como a Super R3).  Além de mostrar o funcionamento de cada uma das estruturas, a equipe Cepagro sempre tem o cuidado de discutir a importância da compostagem com os participantes: "Se custa R$ 4 milhões para enterrar lixo no aterro, R$ 2 milhões é só para enterrar o orgânico. Sendo que 70% do peso dos resíduos orgânicos é água, como no nosso corpo", explicou o Coordenador Urbano do Cepagro, Júlio Maestri. Diante desse quadro, o tratamento local de resíduos orgânicos ganha cada vez mais credibilidade, tornando a compostagem uma "onda irreversível", nas palavras de Júlio.
Colocando esses saberes em prática, a turma da oficina fez então a montagem de uma leira de compostagem. Além da correta mistura de materiais - resíduos orgânicos, folhas secas, palhada, galhos -, os facilitadores ressaltaram a importância do cuidado estético na compostagem, para desmistificar a noção de "sujeira" associada aos resíduos orgânicos, o que animaria mais pessoas para adotar a técnica. "E é como uma obra de arte, cada pessoa vai fazer de um jeito", explicou o técnico Camilo Teixeira.
Outra questão-chave para o funcionamento adequado da compostagem é a separação correta dos resíduos na fonte. Este foi o principal desafio da funcionária do Ministério Público Federal Cléria Nunes na implementação da compostagem na instituição, onde trabalha no setor de gestão de pessoas. Junto com a bibliotecária aposentada do MPF Cida Sell, elas participaram da oficina com esse foco de compartilhar os saberes com os colegas de trabalho.  "Já temos uma horta de plantas medicinais lá, agora queremos desenvolver a compostagem. Colocamos um pote de sorvete para coletar os resíduos em cada andar, agora falta organizar um pouco mais essa logística", conta Cléria, que já havia participado de oficinas no Camping do Parque Estadual do Rio Vermelho e também assistido a um palestra  da Revolução dos Baldinhos.
A oficina também chamou a atenção dxs graduandxs em Educação no Campo Rodrigo Castro, Kátila Stefanes, Lucas Furtado, Antony Correa, Dara Ferreira e Daniel Braz. Mais do que uma técnica de reciclagem de resíduos orgânicos, a compostagem representa uma ferramenta pedagógica para eles. "Pensamos em incorporar nas nossas aulas em Ciências da Natureza. Também é ótimo para trabalhar em escolas rurais", conta Rodrigo.
Para saber mais sobre as próximas oficinas, acompanhe o blog e a página do Facebook do Cepagro. O email do projeto ésabernapratica.cepagro@gmail.com.

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Vale a pena uma composteira?

JÁ PENSOU EM TER UM MINHOCÁRIO PARA RECICLAR O SEU LIXO ORGÂNICO DOMÉSTICO?
Cuidar do lixo que produzimos para que seja o menos agressivo possível ao meio ambiente, dando-lhe o destino adequado é nossa responsabilidade, caso contrário, ficaremos literalmente submersos a ele.
Numa cidade como São Paulo, aproximadamente 60% do lixo coletado consiste em material orgânico, diariamente descartado de nossas cozinhas. Ter um minhocário urbano pode auxiliar a reciclar estes restos de comida, produzir o húmus, valioso para os vasos  e obter também um biofertilizante excepcional para a nutrição das plantas.
Saiba como funciona o minhocário:


http://www.dicasdoitaim.com.br/tag/minhocario/
Mariangela
 Fale conosco; agropanerai@gmail.com 

terça-feira, 19 de julho de 2016

JÁ PENSOU EM TER UM MINHOCÁRIO PARA RECICLAR O SEU LIXO?

JÁ PENSOU EM TER UM MINHOCÁRIO PARA RECICLAR O SEU LIXO ORGÂNICO DOMÉSTICO?

Cuidar do lixo que produzimos para que seja o menos agressivo possível ao meio ambiente, dando-lhe o destino adequado é nossa responsabilidade, caso contrário, ficaremos literalmente submersos a ele.
Numa cidade como São Paulo, aproximadamente 60% do lixo coletado consiste em material orgânico, diariamente descartado de nossas cozinhas. Ter um minhocário urbano pode auxiliar a reciclar estes restos de comida, produzir o húmus, valioso para os vasos  e obter também um biofertilizante excepcional para a nutrição das plantas.
Saiba como funciona o minhocário:


http://www.dicasdoitaim.com.br/tag/minhocario/
Mariangela

Aprenda a fazer compostagem 100% vegetal e gere seu próprio adubo orgânico





Obs: Se você já está produzindo o Composto 100 % Vegetal, mesmo com alguma alteração no processo e nos materiais, ou se pretende iniciar a produção, pode entrar em contato conosco para compartilhar essa experiência pelo e-mail cnpab.monitoramento@embrapa.br

A Compostagem 100% vegetal utiliza matérias-primas renováveis e abundantes para obtenção de fertilizantes e substratos orgânicos, também conhecidos como adubos naturais. Aproveita resíduos e subprodutos de origem vegetal, que são isentos ou apresentam reduzida carga de contaminação química e biológica. É uma técnica muito simples, que pode ser utilizada com baixo custo e com reduzido emprego de mão-de-obra.

segunda-feira, 18 de julho de 2016

Aprenda a fazer uma horta em apenas um metro quadrado

Extraído do site: ciclo vivo


Aprenda a fazer uma horta em apenas um metro quadrado
Muitas pessoas que têm pouco espaço em casa acham que não é possível cultivar seus próprios alimentos. Mas, paisagistas ensinam que mesmo em pequenos ambientes é possível fazer hortas caseiras.
Em 2011, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), mostrou que 28% dos vegetais consumidos no Brasil  possuem resíduos de agrotóxicos em níveis inaceitáveis. A alternativa então é cultivar seus próprios orgânicos, mesmo que o espaço seja pequeno.
Hoje, o CicloVivo separou o sistema do SERPAR (Serviço de Parques de Lima, no Peru) que ensina a cultivar uma horta quase completa ocupando apenas um metro quadrado.
Ideal para pequenos espaços, esta horta é cada vez mais popular entre os jardineiros urbanos. Ela é suficiente para o abastecimento diário de legumes de uma pessoa por um mês.
Por ocupar um pequeno espaço, a horta permite que o cultivador alcance toda ela para plantar, regar e colher, sem que precise de muito esforço. Além disso, é possível trabalhar na horta ao nível da cintura, o que facilita o cultivo por deficientes físicos.
Este sistema de cultivo é dividido entre quadrados e retângulos menores. Cada espaço tem um legume ou erva diferente.
Veja quais alimentos você pode cultivar e suas categorias:
Plantas pequenas: Rabanete, cenoura, cebola, espinafre, beterraba, alface e salsa.
Plantas grandes: Repolho, brócolis, couve-flor, berinjela e pimentas.
Plantas verticais: Tomate, pepino, vagem, ervilha e feijão.
Imagem: SERPAR (Serviço de Parques de Lima, Peru)
Na construção da estrutura podem ser usados tubos de ferro ou de PVC utilizados em alambrados ou também é possível adaptar e reutilizar algum outro material, como pedaços de madeira.
As plantas maiores ficam nas fileiras de trás e as menores, na frente, para que todas recebam a luz do sol. As plantas verticais, como os tomates, devem ser penduradas na estrutura. Amarre-as bem para que suportem o peso e o vento.
A rotação de cultivos é automática. Por exemplo, um cultivo que leva mais tempo, como o do tomate, pode ser plantado entre outros cultivos de colheita rápida e que seriam colhidas antes que a planta precise de mais espaço.
Redação CicloVivo

domingo, 10 de julho de 2016

Biomassa - importância da matéria orgânica e do húmus para as propriedades físicas do solo


A biomassa, ao ser incorporada em práticas agrícolas, transforma-se em matéria orgânica (húmus), importante material para a produtividade agrícola e para a manutenção do solo



foto de mulher segurando um punhado de terra de boa qualidade (e com uma plantinha) nas mãos
biomassa, ao ser incorporada em práticas agrícolas, é influenciada por fatores como manejo do solo, climáticos, edáficos, fisiológicos, espécies vegetais, entre outros, e transforma-se em matéria orgânica (húmus), material este de grande importância não só para a produtividade agrícola como  para a manutenção das boas propriedades do solo. Entre os benefícios físicos da biomassa (matéria orgânica) e do húmus para o solo, citam-se:

- Melhoria da estrutura física do solo 

O húmus e a matéria orgânica (biomassa) concorrem para o estabelecimento de uma estrutura adequada ao solo, permitindo maior circulação de ar e água. É importante salientar que o húmus atua como agente cimentante das partículas do solo.

- Aumento da capacidade de infiltração de água da chuva 

A matéria orgânica do solo aumenta a capacidade de infiltração de água da chuva, pois o húmus e a matéria orgânica incorporada evitam a formação de uma crosta impermeável e aumentam a agregação e a estruturação do solo

- Aumento da aeração 

aeração do solo permite a troca entre o CO2 expirado pelas raízes e pelos microrganismos do solo, que se encontram nos espaços porosos do solo, e o oxigênio do ar atmosférico. Essa aeração do solo é melhorada com a incorporação de matéria orgânica, em decorrência do aumento da porosidade.

- Redução da plasticidade e da coesão do solo 

O húmus atenua o efeito negativo da consistência plástica e pegajosa excessiva dos solos argilosos, que se manifesta quando se apresentam molhados. 

- Aumento da capacidade de retenção de água 

A fração representada da matéria orgânica pelo húmus pode reter de quatro a seis vezes mais água que seu próprio peso. Como resultado prático, pode diminuir a erosão

- Diminuição da variação da temperatura diária do solo 

O húmus e a matéria orgânica (biomassa) são maus condutores de calor e isso vem contribuir para impedir a elevação demasiada da temperatura do solo, produzida pela radiação solar. 

Segundo o professor Shiro Miyasaka, do Curso CPT Agricultura Natural , “A importância da matéria orgânica, dado o papel que desempenha no aumento da produtividade do solo, é reconhecida tanto na prática como nos estudos laboratoriais. O problema é que, atualmente, não é generalizada a prática de incorporação de matéria orgânica ao solo, apesar da sua importância”. 

Conheça os Cursos CPT da área Agricultura Orgânica.
Por Silvana Teixeira.

sábado, 9 de julho de 2016

Horta - como plantar Capuchinha (Tropaeolum majus)


capuchinha (Tropaeolum majus), também conhecida popularmente comochagas, flor-do-sangue e agrião-do-méxico, é uma flor comestível quando cultivada sem o uso de agrotóxicos ou produtos químicos. Trata-se de uma planta anual, compacta e muito decorativa. Suas flores são aromáticas, em cores sortidas, variando entre o alaranjado, amarelo, vermelho, rosa e creme.
A Capuchinha atinge até 30 cm altura, floresce entre 6 a 8 semanas após a germinação, apresentando uma floração excepcionalmente longa. Prefere locais ensolarados. Germina entre 7 e 21 dias. É ideal para floreiras, vasos, jardins e bordaduras de canteiros.

Há quem goste realmente de saborear flores. Em São Paulo, por exemplo, sofisticadas lojas de produtos alimentícios nacionais e importados (cuja clientela é composta por muitos gourmets), oferecem verdadeiras iguarias como calêndulas, flores de iuca, violetas, amores-perfeitos, capuchinhas - todas cultivadas sem agrotóxicos e produzidas especialmente para o consumo alimentício. 

Na cozinha, as folhas e as flores são deliciosas em saladas mistas. As flores decoram lindamente qualquer prato, e os seus botões florais conservam-se no vinagre como as alcaparras. Também se podem esmagar as folhas e as flores, misturando a pasta obtida à manteiga, para barrar o pão. As flores podem ser servidas ao natural ou enfeitando e enriquecendo saladas, fazendo parcerias deliciosas e refrescantes com legumes e folhas como rúcula, agrião, alface, entre outras. 

O nome "flor-do-sangue", aliás, provavelmente surgiu da fama que a planta adquiriu como anti-anêmica. Sabe-se, também, que a capuchinha é muito usada no tratamento contra o escorbuto (carência de vitamina C). As folhas e as flores da Capuchinha contêm um antibiótico natural que não destroem a flora intestinal e que se tem revelado eficaz contra certos micro-organismos. Prescrevem-se as folhas cruas ou em infusão para tratar infecções do sistema geniturinário e das vias respiratórias, e também como diurético e depurativo. É útil como antisséptica, diurética e no tratamento de afecções pulmonares ou das vias urinárias.

Devido ao fato de conter uma enzima, a mirosina, que queima as gorduras, a capuchinha é um excelente auxiliar nos regimes de emagrecimento, exercendo ao mesmo tempo uma ação tonificante em virtude da sua riqueza em vitamina C e em oligo-elementos. Considera-se que as capuchinas favorizam, ainda, a produção dos glóbulos vermelhos.

Seja em canteiro ou em um vaso, onde possa receber bastante luz solar, a capuchinha floresce bem. Decorativa, pode compor bordas em jardins ou formar um lindo arranjo, plantada numa jardineira e instalada numa varanda ou peitoril ensolarado. A planta se reproduz por meio de sementes, por divisão de touceiras ou estaquia. O plantio pode ser feito em qualquer época do ano porém, durante a primavera a capuchinha se desenvolve com maior rapidez. A planta não é muito exigente quanto ao solo. 

Como plantar Capuchinha

Para o plantio em vasos ou jardineiras, recomenda-se a seguinte mistura:
- 1 parte de areia
- 2 partes de terra comum de jardim
- 2 partes de terra vegetal
- Para melhorar a qualidade da mistura, pode-se acrescentar 1 parte de vermiculita (encontrada facilmente em lojas de produtos para hortas e jardins).

1. Semeie 3 a 4 sementes por vaso.
2. Posicione o vaso em local que bata sol durante boa parte do dia ou parcialmente à sombra. 
3. Regue moderadamente.
4. É importante ser fertilizada durante o verão e o solo adequado não é muito específico, bastando que seja rico, especialmente com pouco azoto.

Só é possível obter bons resultados no cultivo da capuchinha quando contamos com a incidência de luz solar direta, por pelo menos algumas horas do dia. Quanto às regas, devem ser espaçadas, tendo o cuidado de manter o solo úmido, mas nunca encharcado. O excesso de umidade, por exemplo, além de facilitar a proliferação de fungos, se transforma no ambiente predileto das lesmas e caramujos.
Dicas de manejo da Capuchinha
Prepare um local especial para a planta, onde ela possa contar com a luminosidade necessária para o seu desenvolvimento e se mantenha livre de formigas e outras pragas. Os cuidados com a capuchinha são poucos e compensam. Sem a adição de qualquer produto químico, é possível ter uma planta delicada e ornamental, além de um lindo e saboroso ingrediente para saladas. Isso sem contar que tudo pode se tornar um bom negócio, pois os sofisticados pontos de vendas reclamam por não terem fornecedores suficientes para atender à procura pelas flores comestíveis. 

A propagação, por sementes (grandes), faz-se na Primavera, aparecendo as flores cerca de oito semanas depois da germinação. Plantar a cerca de 30 cm umas das outras.
Aprimore seus conhecimentos acessando os Cursos CPT, da área Horticultura, entre eles o Curso Horta Caseira - Implantação e Cultivo, elaborados peloCentro de Produções Técnicas.
Fontes: Hortamiga, nplantas, Portal do Jardim, Globo Rural, Globo Rural, Jardinaria, O Meu Jardim, Site Unimed, Frutas no Brasil, Saberes do Jardim, Vovó que ensinou, Horta em Casa, Como Fazer Tudo, Portal São Francisco