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sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

Saiba plantar a fruta: Goji berry

Recomenda-se que ela seja plantada na primavera para ser colhida no verão, estação em que a planta produz mais

Por João Mathias
goji berry (Foto: Thinkstock)

Gostaria de saber qual é a melhor época para se plantar mudas de goji berry.
Julio Cesar Benin, por email

Como a goji berry é uma fruta produzida no verão, o plantio da fruteira em local definitivo deve ocorrer durante a primavera. A não ser em cultivos protegidos ou em regiões onde o inverno não é rigoroso, a muda da goji berry não tolera temperaturas baixas. Em bandejas, faça a semeadura no início do outono e, quando a planta atingir 10 centímetros de altura, transplante-a para o saquinho. Aos 20 centímetros de altura, deve-se podar a extremidade superior para que ela perfilhe e, ao alcançar 80 centímetros de altura, plante-a em local definitivo.

Consultor: Sítio Recanto das Pitayas, Turvo, SC, tels. (48) 9955-5982 e (48) 8803-3242, recantodaspitayas@gmail.com

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Agroecologia: "É hora de pensar em outras maneiras"

FONTE:   http://www.ihu.unisinos.br/78-noticias/565320-agroecologia-e-hora-de-pensar-em-outras-maneiras
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Engenheiro agrônomo especializado em agroecologia, Eduardo Cerdá defende a necessidade de desenvolvimento de outro modelo agropecuário, menos dependente de insumos e sem consequências para a saúde ou para o meio ambiente.
Eduardo Cerdá é vice-presidente do Centro de Graduados da Faculdade de Agronomia da Universidade de La Plata, conselheiro de campo e uma referência na produção agroecológica com participação em casos emblemáticos (como na fazenda La Aurora, em Benito Juárez, Buenos Aires). Também é membro da Sociedade Científica Latino-Americana de Agroecologia (SOCLA) e um ativista de um outro modelo agropecuário. Nesta entrevista ele fala sobre a necessidade de implementar a agroecologia, alguns exemplos concretos, as consequências do agronegócio, o papel da universidade e as potencialidades do setor.
A entrevista é de Darío Aranda, publicada por ALAI, 24-02-2017.  A tradução é de Henrique Denis Lucas.
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Eis a entrevista.
O que é agroecologia?
É tornar os conceitos de ecologia e de produção agropecuária compatíveis.
Em uma nova prática?
Na agronomia há muitas ramificações, como na medicina. A agroecologia é um desses ramos, uma especialização, uma forma profunda de compreender a produção agropecuária. É um ramo relativamente novo para os agrônomos formados com muito pouca base ecológica. Infelizmente a agronomia e a veterinária sempre estiveram mais voltadas para a produção, sempre em busca de rendimento, e isso nos fez ter um olhar muito baseado nos insumos agrícolas. O engenheiro agrônomo acaba preocupado com este ou aquele produto e com suas doses. Perdeu-se de vista tudo o que está relacionado com a ecologia, a relação entre vegetais, solos, animais. Esse olhar é muito necessário e nos deparamos com a falta de profissionais para projetar, desenvolver e acompanhar o produtor em sua produção tratando de alterar o meio ambiente o menos possível.

Isso está relacionado com o uso de agroquímicos?

Muitas vezes as pessoas dizem que não querem pulverizar suas plantações, pois as doenças nas áreas pulverizadas são muito notórias. E, geralmente, as instituições dizem que não é possível produzir sem agrotóxicos. Isso é a falta de informação. Quem sabe eles não saibam como produzir. Mas existem estratégias para fazê-lo.

Algum exemplo concreto?

Em quinze anos, na região sudeste de Buenos Aires, obtivemos uma média de mais de 3.300 quilos de trigo, mais de 5.000 quilos agora (entre 2014 e 2015), e em comparação com os vizinhos, estamos em situação muito parecida. Com a diferença de que, na medida em que os solos e as plantas são favorecidos, não usamos fertilizantes químicos ou herbicidas. Mantemos um custo de 150 dólares por hectare e os vizinhos foram subindo, pois já estão quase entre 350 e 420 dólares de custo (safras de 2014/15 e 2015/16). Mantivemos o nível dos custos e os rendimentos foram subindo.

O que dizem os produtores vizinhos?

Eles ficam interessados, mas não estão informados de que existem tais alternativas. É um processo a ser feito com os produtores. Mostrar que a tecnologia proposta (transgênicos) prometia um excesso de otimismo, pois acreditava-se que com um herbicida tudo poderia ser controlado, mas a natureza não funciona dessa forma. As plantas tornaram-se resistentes, antes os gastos com herbicidas custavam oito dólares e agora custam 30, anteriormente eram usados dois litros por hectare e agora são necessários mais de dez litros. Onde isso vai parar? O produtor está vendo que essas linhas de raciocínio estão levando-o a um alto uso de agroquímicos, com alto risco tanto para o seu bolso quanto para a sua saúde. É um beco sem saída.

Quais são suas opções?

Há uma outra maneira de fazer isso. A agroecologia é uma ferramenta para pensar e se colocar a favor da vida. Em vez de controlar os insetos e plantas através de venenos, é possível fazê-lo de outra maneira, que funciona bem. É hora de pensar em outras maneiras. A agroecologia vem para trazer elementos da ecologia, que são princípios universais de gestão de estabelecimentos agropecuários com um olhar sistêmico, para trabalhar em equilíbrio e usar muito poucos insumos externos.

O que falta para fomentar este modelo?

Requer um olhar diferente para o campo, para protegê-lo, e ao mesmo tempo, isso irá favorecer o produtor. Há de se ter bem claro que nenhum pesticida é necessário para produzir alimentos. Trata-se de pensar em outro tipo de agricultura e isso não significa voltar 60 anos atrás, como alguns costumam dizer. Também é necessário esclarecer que não existem receitas, pois não se trata de copiar, porque cada região tem sua particularidade e é necessário tentar e ir adaptando.

Qual é o papel da universidade?

Muito importante. Nem todos os profissionais querem produzir para o modelo atual e há produtores que querem um outro tipo de agricultura. Os cidadãos não querem pulverização perto de suas casas, por isso é fundamental que seja feita uma outra agronomia nessas áreas. E esta é uma oportunidade para os profissionais ao deixarem um modelo de agronomia química que prejudica a saúde.

Em muitos lugares são solicitadas regiões livres de produtos químicos, cinturões agroecológicos.

Os cidadãos têm o direito de não serem pulverizados. Agrônomos e veterinários tomam isso como ofensa, acreditam que não é possível produzir. Ao invés de ofensa para os profissionais, haveria de ser uma oportunidade. A universidade, o Instituto Nacional de Tecnologia Agropecuária da Argentina (INTA), as faculdades de engenheiros agrônomos, todas as entidades devem se aprofundar na agroecologia. É imprescindível produzir sem deteriorar os recursos.
Qual é o seu balanço do modelo de agronegócios, com transgênicos e produtos químicos?

Há vários aspectos. Um deles é a sociedade e a saúde, onde são percebidas doenças, câncer, más formações e desequilíbrios físicos. É uma agricultura com muitos insumos e custos. Relacionando com a farmacologia, a maioria das pessoas usam mais medicamentos e o mesmo acontece na agricultura. É um processo que exige cada vez mais insumos.

Na década de 90 custava 100 dólares para fazer um hectare de trigo, há dez anos custava 200 e hoje custa mais de 300 dólares. Aumentaram os insumos e aumentaram as doses. Você vai ao médico e ele te prescreve um remédio. E então você volta e ele te dá o dobro: é óbvio que a sua saúde não está melhorando. No campo do agronegócio acontece o mesmo. Outro fator é que este modelo repele as pessoas. Em suma, tem consequências para a saúde, para os solos, plantas, animais e para a sociedade. A agroecologia é uma alternativa para evitar essas consequências.

sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

Feliz Ano Novo cheio de realizações...




As sementes da vida precisam ser semeadas com paz e amor, e assim, poder gerar o alimento que precisamos para viver.

Viver com alegria, coragem e determinação de seguir adiante.

Viver o presente com sabedoria e plenitude,

 para que o ontem seja um sonho de felicidade e 

cada amanhã uma visão de esperança.

Feliz Ano Novo próspero em semeaduras...

Alexandre Panerai

sábado, 25 de novembro de 2017

Cidades e Soluções: Saiba como as plantas ajudam na purificação do ar





Programa Cidades e Soluções, exibido em 2/4/2014
Quando se fala em poluição do ar, a gente logo lembra do ar da rua, com fumaça, poeira, materiais particulados que fazem mal a nossa saúde. Mas muitos estudos demonstram que o ar que a gente respira dentro de casa, no escritório, em ambientes internos mais fechados,são por vezes mais poluídos e ameaçadores à saúde do que o ar da rua. A culpa é dos COVs (compostos orgânicos voláteis), que estão por toda parte. Você vai saber o que é isso e como a ciência descobriu por acaso a importância das plantas no combate a essas substâncias ameaçadoras.

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Como fazer mudas de bambu Gigante - apical 1




Dendrocalamus asper (Schult f.) Backer ex Heyne. Bambu-gigante, bambu-balde

Bambu-gigante-1
Foto 1 – Detalhe do comportamento paquimorfo (entouceirante) do bambu gigante.Bambu-gigante-2
Foto 2 – Detalhe dos colmos de bambu-gigante. Os colmos novos apresentam coloração esverdeada e os colmos mais velhos apresentam cor parda devido à presença de tricomas pilosos.
Foto 3 – Detalhe dos brotos de bambu-gigante. Destes brotos faz-se a conserva, ou palmito de bambu, onde os mesmos são picados e cozidos em solução ácida de água, vinagre e sal em vidros vedados.
Foto 4 – Detalhe da diferença entre os colmos jovens (verdes) e os mais velhos (pardos).
Foto 5 – Pilares ou “pés-direitos” feitos de bambu-gigante.
Família: Poaceae Subfamília Bambusoideae.
Nome científico: Dendrocalamus asper (Schult f.) Backer ex Heyne.
Sinonímia botânica: Bambusa aspera Schultes f.; Dendrocalamus merrillianus (Elmer) Elmer.
Nomes populares: bambu-gigante, bambu-balde
DESCRIÇÃO DA ESPÉCIE
Originário do sudeste asiático, esta espécie apresenta grande porte podendo os colmos chegar até 30 m de altura e diâmetros de até 30 cm. Suporta temperaturas de até -5°C. É um bambu de grande resistência e durabilidade excelente para construção de estruturas e móveis. Seus brotos comestíveis são explorados comercialmente na forma de conservas ou salgados e embalados à vácuo.
Bibliografia consultada
GRECO, T.M.; CROMBERG, M.; CRUZ RÍOS H. Bambu – cultivo e manejo. Florianópolis: Insular, 2011. 184p. : il.
SILVA, J.C.V.B.; LIMA, N.; OLIVEIRA, V.M. Estufa Ecológica uso do Bambu em Bioconstruções. Curitiba: CPRA, 2011. 32 p. : il.
CARTILHA CPRAE, ESTUFA ECOLÓGICA. Disponível em: http://www.cpra.pr.gov.br/arquivos/File/Cartilha CPRA EstufaEcologica.pdf. Acessado em: 16/10/2012.

FONTE:http://sites.unicentro.br/wp/manejoflorestal/12081-2/

terça-feira, 29 de agosto de 2017

Como fazer uma composteira domestica para reciclar o próprio lixo e produzir humus!



 Forneço 100 unidades por R$30,00 (é o suficiente para começar) + taxa sedex R$ 20,00 . Envio para RS;SC e Paraná.

“Comece de onde você está. Use o que você tiver. Faça o que você puder.” ARTHUR ROBERT ASHE JR


As minhocas ao se locomoverem por entre as camadas do solo, cavam galerias fazendo passar por seu tubo digestivo grande quantidade de terra e restos vegetais, formando desta maneira o "húmus".
Além de arejar, a minhoca aumenta a porosidade e a homogeneização dos solos, tendo ainda eficiente atuação sobre os sais, deixando-os sob forma assimilável aos vegetais.
O húmus transmite "vida"as plantas, promove a mineralização do potássio, fósforo, boro, magnésio, cobre e possui bactérias fixadoras de nitrogênio atmosférico, que transmite saúde às plantas.
O húmus possui constituição casulos e pequenas minhocas que vão multiplicar-se na área em que for aplicado, produzindo assim, vida na terra.
Este húmus foi produzido por minhocas vermelhas da Califórnia (Eisenia Foetida). E a gigante africana (Eudrilus Eugeniae), a partir do esterco bovino.
Composto Produzido por Minhocas
Vermicompostagem é o processo de preparo do adubo orgânico ou fertilizante orgânico denominado composto. O composto produzido pelas minhocas contém 20 a 30% da matéria orgânica por elas ingerida e não digerida ou assimilada e que, por isso, é eliminada com as fezes. É nesse meio que se desenvolvem os “ovos” que se encontram dentro das cápsulas, as minhoquinhas que deles vão nascendo e as que vão junto com o húmus.
O húmus e o composto não têm cheiro, não atraem moscas e podem ser aplicados diretamente nas lavouras, campos, outras lavouras e pastagens, pois não prejudicam as plantas. Podem, também, ser armazenados durante 3 a 4 meses, desde que em local coberto e ventilado.
Existe à venda, no comércio, um secador para húmus, que facilita muito os serviços no minhocário. A diferença entre o húmus e o composto orgânico, segundo alguns autores e criadores, é que o primeiro é um material fino e uniforme, enquanto que o segundo é mais grosseiro.
Para fazer o composto orgânico, o criador pode utilizar as minhocas nativas que, ao contrário das vermelhas da Califórnia, transformam em adubo todo o material orgânico, como jornais, papéis, papelões, folhas, restos de culturas e podas, lixo doméstico, etc. Só não servem para a produção do composto, os plásticos, vidros e metais.
A única desvantagem das minhocas nativas é que elas são menos produtivas, sua produtividade é menor do que a das vermelhas da Califórnia e o composto leva 90 dias para ficar pronto.
Como, normalmente, há sempre um excesso de minhocas nos canteiros, é melhor que o criador as venda ou então que as aproveite em criações de rãs, pássaros, peixes ou de qualquer outro animal ou as industrialize, fabricando farinha de carne, por exemplo, pois com o aumento da produção, terá maiores lucros.
As terras dos canteiros devem ser afofadas, de tempos em tempos, para melhorar suas condições físicas.
Definições
– O que é a minhoca?
Já foram catalogados 8.000 espécies de minhocas. Vivem em terrenos úmidos, porém pouquíssimas podem ser criadas em cativeiro, pois foi na Califórnia que, por volta de 1930, foi desenvolvido o projeto para a criação em cativeiro, para objetivar a longevidade, bons índices de produção, bem como de produção de húmus.
– O que é húmus?
O húmus é a produção da minhoca. É o seu excremento. É a transformação do esterco (alimento da minhoca), no mais completo e rico adubo orgânico existente. Podemos mesmo afirmar que a minhoca é uma micro-usina de transformação.
– Qual a aplicação do húmus?
Esse adubo vivo, cientificamente preparado, que contém microorganismos unificantes alcalinos, Rhizobium, fixadores de nitrogênio atmosférico, bactérias que constituem algo parecido com anticorpos naturais contra pragas, doenças e vírus, que transmitem saúde às plantas e promovem a mineralização do potássio, fósforo e outros elementos menores como o boro, o magnésio e o cobre, tem seu campo de atuação nas hortas, plantas, capineiras, pastagens, assim como qualquer cultura ou ainda em terras estéreis ou cansadas.
– Qual a diferença entre o adubo químico e o húmus?
O adubo químico indiscriminadamente ou constantemente, leva o solo à doença e à esterilidade. O adubo químico responde imediatamente. O adubo químico não leva vida ao solo.
O húmus é neutro ou levemente alcalino, sendo um meio ambiente favorável ao cultivo.
O húmus leva ao solo minerais em forma orgânica, levando-o, vitaminando-o, enriquecendo-o, a longo prazo.

Publicado por: Equipe Brasil Escola

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Aprenda a cultivar alecrim dentro de casa!!



Nesta segunda-feira, o Dia Dia vai mostrar que é possível ter uma horta dentro de casa ou em algum cantinho do seu apartamento. Para isso, o programa convocou a especialista no assunto, Silvia Jeha.

terça-feira, 15 de agosto de 2017

terça-feira, 11 de julho de 2017

Aprenda em 06 passos a ter sucesso no Cultivo de Violetas

Fonte: site terral.agr.br

Há muito tempo as flores exercem um poder especial sobre as pessoas. Em formas de presentes, agradecimentos, pedido de desculpas, declarações de amor ou apenas um jeito de demonstrar carinho, elas falam o que jamais poderia ser dito através de palavras. As flores das violetas fascinam por suas flores, cores e formas e por serem umas das mais belas manifestações da natureza. A violeta africana é uma espécie florífera perene, percentence à família Gesneriaceae, a mesma das gloxíneas, na qual existem cerca de 25 espécies e acima de 8 mil variedades conhecidas, das quais 100 têm sido cultivadas comercialmente.
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Fonte da foto: www.evergreennursery.com

1º Passo: Replantio do vaso

Embora as violetas sejam normalmente comercializadas em vasos de plástico, o ideal é que elas sejam plantadas em vasos de barro. O vaso de barro tem a vantagem de absorver o excesso de água e permitir que as raízes da planta “respirem” adequadamente. As violetas são plantas com tecido interno rico em água e por isso são muito sensíveis ao excesso de umidade elas tendem a melar e apodrecer. 
O ideal é que após adquirir o vasinho de violeta este seja replantado em condicionador de solo "Classe A", produto rico em turfa (matéria orgânica capaz de reter água), nutrientes (as raízes das violetas precisam absorver para um bom desenvolvimento) e esterco (além de ser fonte de matéria orgânica e nutrientes também retém umidade). O substrato que as plantas são comercializadas, são produtos leves, aerados, isentos de matéria orgânica, nutrientes e incapazes de reter água, desidratam a planta rapidamente, dessa forma, é imporante fazer o replantio para que a planta cresça de forma bonita e saudável.
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Fonte da Foto: www.ipm.iastate.edu

2º Passo: Condições ideais de crescimento

As violetas são flores de interior, não suportam luz solar direta e devem ser mantidas rigorosamente à meia-sombra. Porém é importante que haja claridade e ventilação para que as folhas da planta possa realizar a fotossintese e respiração, caso contrário, as folhas ficam amareladas e as raízes ficam mais susceptíveis ao ataque de pragas e doenças. O contato com o sol direto deixa as folhas queimadas e desidratadas (Foto abaixo).
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Fonte da Foto: www.missouribotanicalgarden.org

3º Passo: Nutrição mineral

A violeta é uma planta sensível à adubação de fertilizantes químicos, sendo que, apenas os nutrientes contidos no Condicionador de Solo "Classe A" são suficientes para a nutrição de suas raízes. No entanto, se o plantio for feito em terra vegetal, pode-se fazer a complementação dos nutrientes com fontes naturais: cinzas de churrasqueira peneirada, casca de ovo seca e moída no liquidificador, esterco curtido e moído, húmus de minhoca, etc. Caso se use o NPK, deve-se ater às formulações com baixo percentual de nitrogênio, como o 04-14-08 (os percentuais da formulação são: 4% Nitrogênio, 14% Fósforo e 8% Potássio) muito usado para o plantio em geral. O nitrogênio, embora seja o nutriente do crescimento, para a violeta ele queima as raízes das plantas. Esta formulação deve ser misturada no condicionador de solo antes do plantio. Além disso, as folhas das violetas possuem pêlos que impedem o acúmulo de excesso de água em suas folhas, uma medida natural da planta de evitar a mela foliar, dessa forma, caso a adubação seja foliar, o que não for absorvido pelas folhas irá escorrer para o solo e ser absorvido pelas raízes. A adubação foliar é considerada a mais eficiente e por isso a mais indicada para as plantas envasadas.
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Fonte da Foto: www.seggleston.com

4º Passo: Reprodução

A violeta possui uma forma simples de reprodução vegetativa através do enraizamento da folha. Deve-se cortar o pedúnculo ("cabinho") da folha com faca, tesoura ou mesmo quebrá-la na base do caule. É importante nao deixar um pedunculo comprido pois ele irá apodrescer e há risco de contaminar a planta com alguma doença. O pedúnculo deve ser reduzido ao tamanho de 1 cm próximo à folha. Em um recipiente furado no fundo (caixa plástica comprida e rasa, copo plástico, vaso de cerâmica, etc.), deve-se completar com substrato (o mesmo de hortaliças) até a borda, apertar e molhar. Em seguida deve-se plantar as folhas cobrindo a base da folha com substrato. As folhas podem ser plantadas uma ao lado da outra, deixando uns 5 cm de distância da folha da frente para o crescimento das mudinhas. Esse recipiente deve ficar em um lugar sombreado. A umidade é fundamental para o enraizamento e brotamento das mudas. Para saber a hora de molhas basta enfiar o dedo, se estiver úmido, deve-se molhar. Com o tempo as mudinhas irão nascer na base da folha enraizar e estarão prontas para serem replantadas em vasos individuais. Aguarde o crescimento de mais de 5 folhas para fazer o transplantio. Utilize condicionador de solo "Classe  A" para o transplantio das novas mudinhas, elas precisarão de nutrientes, matéria organica e boa retenção de água no solo para crescerem saudáveis. Faça também uma boa adubação foliar para acelerar o crescimento das mesmas.
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Fonte da Foto: www.cutoutandkeep.net
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Fonte da foto: www.indoor-plants.net
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Fonte da Foto: www.plantcaretoday.com

5º Passo: Controle de pragas

Geralmente, as pragas atacam as plantas nos momentos de debilidade nutricional, excesso ou stress hídrico. É importante que as plantas estejam bem nutridas e regadas adequadamente para que possam tolerar ou rebrotar após o ataque. Além disso, é possível através de alguns produtos naturais, fazer um tratamento preventivo. O produto mais utilizado é o óleo de neem, porém dependendo da dosagem este óleo intoxica e até fecha os estômatos das folhas (pequenas bocas por onde as folhas respiram e se alimentam) prejudicando drasticamente o seu crescimento. Até o momento, para o combate orgânico, o produto mais eficiente disponível no mercado é o Inseticida Spruzit, da Empresa alemã Neudorff. Este produto é distribuído pela Terral em Minas Gerais e pode ser facilmente encontrado nos nossos parceiros. Além deste, seguindo a mesma linha de produtos orgânicos, temos o lesmicida Ferramol (único no mercado tóxico apenas para lesmas, caracóis e caramujos), as Armadilhas de Placas Amarelas (grande e pequena) onde a coloração é um atrativo para insetos voadores que ficam grudados ao pousarem na placa. Soluções simples, orgânicas e muito eficazes no combate de pragas de plantas.
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Fonte da Foto: www.en.allexperts.com

6º Passo: Coleção de belas plantas

Há muitas variedades de violetas disponíveis no mercado. É interessante se colecionar a variação de cores, tamanhos e formas de flores e cores de folhas. Um mix de cores que transforma o ambiente trazendo mais paz e harmonia para nossas casas.
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 Fonte da Foto: www.greenwomanmagazine.com
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Fonte da Foto: www.suggestkeyword.com
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Fonte da Foto: www.flickr.com
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Fonte da Foto: www.pinterest.com
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Fonte da Foto: www.debalconesyflores.es
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Fonte da Foto: www.ruhrnachrichten.de
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Fonte da Foto: www.giardinaggio.it
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Fonte da Foto: www.club.anflower.co.kr
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Fonte da Foto: www.pinterest.com

sexta-feira, 30 de junho de 2017

A couve está ganhando espaço na dieta de quem curte exercícios físicos



A verdura é rica em diversos minerais, como potássio, zinco e ferro



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Raphael Augusto de Castro e Melo/Divulgação

A couve é rica em magnésio, potássio, ferro, zinco e outros minerais e, segundo o nutrólogo, é excelente para quem faz exercícios físicos (foto: Raphael Augusto de Castro e Melo/Divulgação)

Talvez você não saiba, mas a couve está cada vez mais deixando de ser coadjuvante para
ocupar um lugar de destaque nas dietas fitness. A opinião é do nutrólogo Theo Webert, que
ressalta a importância nutricional do alimento. "Couve contém magnésio, um mineral que
além de ajudar no relaxamento muscular, auxilia também na melhora do humor", comenta
o especialista.

Segundo o médico, essa verdura tem ação cicatrizante, anti-inflamatória, ajuda na
desintoxicação e na absorção do cálcio. "Recente estudo realizado pela Universidade de
Rush, nos Estados Unidos, revelou que além de tudo a couve também é excelente também
 para o cérebro", afirma Theo Webert.

Ainda de acordo com o especialista, essa
 verdura é uma boa fonte vital de minerais como
ferro (previne a anemia), fósforo (para os
músculos e ossos), cobre, que ajuda na absorção

 de ferro, manganês e selênio, necessário para
 a tireoide e também um poderoso
antioxidante.

Outro benefício da couve é a presença de
potássio, um dos responsáveis pela manutenção
 do equilíbrio hidroeletrolítico, contração
 muscular, funcionamento cardíaco e participa
da transmissão dos impulsos nervosos.
"Além do zinco, importante tanto para a síntese
de células imunológicas como em sua ação
de defesa contra vírus, bactérias e fungos",
completa o nutrólogo.

O médico ensina uma receita simples, que pode ser adaptada à dieta para redução de
medidas. A dica é ingerir a bebida à base de couve todas as manhãs, para começar bem
o dia, sem abdicar de uma refeição balanceada e completa no restante do dia. "Lembre-se
 que o suco de couve com limão deve ser consumido sempre fresco em no máximo
30 minutos após preparo, para que não perca as propriedades e nutrientes",
diz Theo Webert.

Suco de couve com limão

Ingredientes:

  • 1/2 limão
  • 1 folha de couve
  • 1 copo de água

Modo de preparo:

Adicione a metade do suco do limão com a folha de couve no liquidificador e coloque a
água aos poucos. Bata tudo por um minuto ou até que esteja com uma textura uniforme.
 Beba sem coar para adquirir todas as fibras. Se quiser adoçar, utilize um pouco de mel ou
 adoçante natural.

Fonte: revista encontro

domingo, 25 de junho de 2017

Chá de Cavalinha, resistência a pragas e doenças




Podemos utilizar os princípios da agricultura orgânica no nosso dia-a-dia, com as nossas plantas ornamentais, do jardim e com as plantas de interiores. São práticas baratas e com o mesmo cuidado com o meio ambiente.
O chá de cavalinha é muito usado na agricultura biodinâmica, que é uma das principais linhas da agricultura orgânica.
A cavalinha, Equisetum arvense, é muito rica em silício, por isso que é importante. O silício e o cálcio são elementos que participam do equilíbrio de forças terrestres (cálcio) e cósmicas (silício). Havendo um equilíbrio entre essas forças no ambiente, os vegetais também vão se beneficiar, desenvolvendo-se mais resistentes.
Assim o chá de cavalinha vai dar mais resistência para as plantas contra as pragas e doenças.
Preparo: ferver 10 gramas de cavalinha seca, ou 30 gramas de planta verde, em 1 (um) litro de água para maceração, por 10 minutos. Deixar esfriar e coar. Diluir esse chá em 9 litros de água.
Aplicação: Pulverizar ou regar as plantas. Sugestão: para prevenir pragas e doenças usar uma vez por mês.
Onde encontrar
 Pode ser encontrada como muda em viveiros e floriculturas e ser cultivada como ornamental. Também é encontrada processada, seca, em lojas e casas de chá.

Calda Viçosa:
É um fertilizante agrícola, que pela mistura simples de macro e micronutrientes essenciais com a cal hidratada (hidróxido de cálcio) e água, produz uma mistura coloidal em suspensão, com vários compostos complexados (cobre, boro, zinco, magnésio, etc. com o cálcio). 
Composição: A mistura de sulfato de cobre, micronutrientes com o cal, permite a presença do cálcio na solução, principalmente na forma de sulfato de cálcio, nutriente importante, que também produz maior aderência da calda nas folhas, prolongando a sua ação e oferecendo elevada resistência à insolação e às chuvas.
Efeito sobre a planta
Nos períodos desfavoráveis (chuvas, calor, estiagens, etc) ou quando são empregados excessos de nutrientes solúveis nas adubações, agrotóxicos, são liberados na seiva das plantas os radicais livres (aminoácidos, açucares, etc), que são alimentos prontamente disponíveis para os insetos nocivos e patógenos. Este processo é conhecido como próteo-lise (liberação de aminoácidos). 

Quando são feitas aplicações da calda viçosa, seus nutrientes penetram na planta e promovem a formação de proteínas, isto é, retiram os aminoácidos disponíveis, transformando-os em substâncias não assimiláveis (proteínas) pela maioria dos insetos e patógenos. 
Este processo é chamado de próteo-síntese. Além disso, estimulam os mecanismos de defesa da planta e fortalecem os tecidos foliares, dando-lhes maior resistência.

Culturas Dosagem Época/Intervalos de Aplicação:
Citrus: aplicar na pré-florada quando necessário. No final da queda das flores, repetindo a cada 30 dias, no total de 3 a 5 pulverizações. 
Feijão: Intervalos de 10 a 14 dias. Dosagens maiores nos períodos desfavoráveis. 
Maracujá: Aplicar a cada 7 a 15 dias na fase de crescimento dos frutos. Dosagens maiores para intervalos maiores.
Manga: Aplicar em intervalos de 10 a 14 dias dependendo das condições. 
Beterraba e Cenoura: Aplicações a cada 7 a 15 dias dependendo da necessidade. Dosagens menores em intervalos mais curtos. 
Pimentão e Tomate: Após 15 dias após o transplante em local definitivo, c/intervalos de 7 a 14 dias. Dosagens menores nos intervalos mais curtos.
Goiaba: Aplicar até os frutos atingirem 3 cm. Intervalos de 7 a 14 dias. Usar dosagens baixas, aumentando em pós-colheita.
Plantas Ornamentais: Aplicar em Intervalos de 7 a 14 dias, conforme necessidade. Dosagens maiores nos períodos desfavoráveis

 fonte: http://www.tvecorural.com/blog/agrodicas-3/

terça-feira, 20 de junho de 2017

AMORA Preta ou amora americana





O cultivo do Blackberry ou Amora Americana é recente no Brasil, mas a fruta já era utilizada pelos gregos no Séc. IV a.C., por seu sabor e seus efeitos medicinais. A planta crescia espontaneamente e era colhida em florestas nativas.

Só no Séc. XVII na Europa, começou o cultivo comercial, com a espécie Evergreen, selecionada e melhorada a partir de material nativo.
A maior parte das outras cultivares (espécies) foi criada no Século XIX.
Nos Estados Unidos, a exploração comercial da amora americana ou amora-preta se iniciou entre os anos de 1850 e 1860, com as cultivares Evergreen e Himalaya, trazidas da Europa.

A amora-preta é uma planta arbustiva, de porte ereto ou rasteiro. Ela pertence à família Rosaceae, gênero Rubus, da qual existem mais de trezentas espécies. Entre tantas variedades é sempre possível encontrar plantas adaptáveis às condições climáticas de cada região.
Dependendo da espécie, as exigências de frio podem variar de 1000 horas com temperatura abaixo de 7,2 graus centígrados, até cerca de apenas 100 horas de frio no inverno.
Com isso, a cultura da Amora-preta torna-se viável em inúmeras regiões do Brasil, com clima variado, sendo que é importante também para a planta, um grande número de horas de calor para estimular a brotação, a floração e a produção.
A cultura do Blackberry é permanente, e as plantas duraram mais de 15 anos em produção plena. Suas raízes são perenes e a parte visível da planta se renova anualmente. Os novos ramos crescem na primavera/verão, perdem as folhas durante o inverno e voltam a emitir novas brotações a partir de agosto. São essas brotações que produzem os frutos durante o período de primavera/verão do ano seguinte.
Após a colheita, todo o material aéreo da planta (galhos e folhas) é eliminado. Novas brotações surgem para formar as plantas da safra seguinte.

O fruto
O fruto é uma folidrupa formada por drupéolas, de coloração inicial verde, passando a vermelho-claro no início da maturação e atingindo a cor preta-brilhante na maturação plena. O fruto deve ser colhido quando atingir a coloração preta-brilhante e logo após sua colheita deve ser armazenado em geladeira ou câmara fria.

A Amora-preta pode ser consumida in natura ou em forma de geléias, sucos, doces em pasta e fermentados. Pode ainda ser congelada e utilizada como polpa para a produção de sorvetes, sucos, iogurtes, tortas e molhos para diversos pratos, inclusive para decoração dos pratos.

Principais variedades
Na fazenda St.Clair, cultivamos as variedades CHEROKEE, TUPI, GUARANI e CAIGANGUE.
CHEROKEE: é exigente em horas de frio (temperaturas abaixo de 7,2°C no inverno). De porte ereto, pode ser conduzida com dois fios de arame para evitar que os frutos tenham contato com o solo. Seus frutos são médios (4 a 5g), que se desprendem facilmente quando maduros.
TUPI: resultado de cruzamento entre as variedades Uruguai e Comanche, é menos exigente em horas de frio. Porte ereto, com espinhos, tem produção de até 3,8kg por planta/ano. Frutos de 7 a 9g, de sabor equilibrado em acidez e açúcar, consistência firme, sementes pequenas e aroma ativo.
GUARANI: resultado do cruzamento de várias espécies. Produz até 3,6kg por planta/ano, em frutos de 5 a 6g. Planta ereta, com espinhos. Brotação na terceira dezena de agosto, floração durante o mês de setembro e primeira dezena de outubro e colheita a partir de dezembro. Sabor pouco ácido, consistência firme, sementes pequenas, película resistente e aroma ativo.
CAIGANGUE: variedade nova, desenvolvida por técnicos da Embrapa, vem mostrando grande potencial. A Fazenda St. Clair vem avaliando e estudando a sua adaptação na região de Campos do Jordão em SP. Plantas vigorosas, eretas, com espinhos e boa capacidade de multiplicação. Brotação na primeira dezena de agosto, floração na primeira dezena de outubro e produção da segunda dezena de novembro a meados de dezembro. Pode ser cultivada em regiões com menos de 200 horas de frio no inverno. Produção média por planta acima 3,45kg e frutos de 5,6g.
 
SAÚDE
A amora-preta é uma ótima fonte de Vitamina A, Vitamina C, Tiamina, Riboflavina, Niacina.
Tem ainda em sua composição minerais importantes para a saúde, como Ferro, Cálcio, Fósforo, Potássio. E mais: proteínas, carboidratos e menos de 1% de gordura. Com tudo isso, uma porção de 144g da fruta contém apenas 85 calorias.


CULTIVO
Faça você mesmo a sua plantação de Blackberry
A Fazenda St.Clair, localizada nas proximidades do Pico do Itapeva em Campos do Jordão, estado de São Paulo, reúne ótimas condições climáticas e de solo para produzir as melhores mudas de Blackberry do Brasil
Com apenas algumas mudas você pode iniciar a sua pequena plantação e, em pouco tempo, colher deliciosos frutos produzidos organicamente, sem adubos químicos e sem agrotóxicos.
A Fazenda St.Clair fornece as mudas e dá a orientação para o plantio e cultivo, além de manter um completo site na Internet (www.fazendastclair.com.br), com informações detalhadas sobre o plantio desta e de outras frutas de clima temperado.

Dicas para o plantio
. Obtenha mudas de boa procedência.
. Não há necessidade de adubação prévia da cova, apenas após a muda pegar.
. Após plantar, colocar cobertura morta cobrindo a cova para proteger e manter a umidade.
. Para mudas enraizadas, a distância entre mudas deve ser de 70 cm.
. O espaçamento entre linhas pode ser de 2,5 a 3 metros.
. O solo deve ser bem drenado e com ph na faixa de 5,5 a 6,5.
. A melhor época para o plantio é o inverno, mas, a amora pode ser plantada em qualquer época do ano, quando se dispõe de irrigação ou condições de fornecer água semanalmente.
. Escolha a variedade mais adequada para o seu caso. As de porte ereto dispensam fios de arame para suporte na época da colheita. Cultivares de porte rasteiro exigem mais de um fio de arame.
. As plantas de Blackberry necessitam de frio no inverno (temperaturas abaixo de 7,2ºC), e de sol pleno no verão para frutificarem bem.


MUDAS
Com as mudas organicas da Fazenda St.Clair você colhe os melhores resultados.
A região da Serra da Mantiqueira e em particular as cidades de Campos do Jordão, São Bento do Sapucaí, Santo Antonio do Pinhal e outras cidades localizadas na região da Serra e Sul de Minas, oferecem ótimas condições para a cultura de frutas de clima temperado.
Seu clima garante as horas de frio necessárias para o bom desenvolvimento das plantas.
A umidade relativa do ar e a luminosidade também são adequadas. Em áreas de ventos fortes, pode ser necessária a instalação de barreiras físicas, como quebra-vento, para evitar dano às plantas.


Adquira nossas mudas de Blackberry ou Amora Preta nas lojas do Ponto Garden, uma localizada na estrada para Campos do Jordão (Rodovia Floriano Rodrigues Pinheiro), ao lado do Leite na Pista, Fone(12) 3686-4040 e outra localizada em Guarulhos, na Rua Prof. Gabriel José Antonio, 205-B, que é a Marginal da Via Dutra, fone (11) 6425-2974 ou 6425-4556. Ou entre em contato conosco.