Mostrando postagens com marcador #arborizaçãourbanaportoalegre. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador #arborizaçãourbanaportoalegre. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

O caso de um lento crescimento de mudas na arborização urbana

PLANTIO EM Julho 2011



Outubro 2011



Janeiro 2014


Março 2015


Janeiro 2016


Agosto 2017

Outubro 2017





De 2011 a 2016 percebemos um crescimento muito lento destas mudas, mas de 2016 a 2017 houve algo diferente. O pouco mais crucial que fizemos foi:
  1. Colocação de proteção contra o anelamento dos caules, devido ao corte de grama.
  2. Adubação com NPK 10.10.10
  3. Adubação com composto da ecocitrus

Seguimos monitorando o desenvolvimento destas plantas até a sua primeira frutificação.!!

terça-feira, 3 de outubro de 2017

Arborização Urbana e seus cuidados!! Evite queda de árvores.


Fonte:http://www.ipef.br/silvicultura/arborizacaourbana.asp


Arborização Urbana
Texto produzido pela Acadêmica Giovana Beatriz Theodoro Marto
Supervisão e orientação do Prof. Luiz Ernesto George Barrichelo,
Prof. Demóstenes Ferreira da Silva Filho e do Eng. Paulo Henrique Müller
Atualizado em 20/01/2006
As condições de artificialidade dos centros urbanos em relação às áreas naturais têm causado vários prejuízos à qualidade de vida dos habitantes. Sabe-se, porém que parte desses prejuízos pode ser evitado pela legislação e controle das atividades urbanas e parte amenizada pelo planejamento urbano, ampliando-se qualitativamente e quantitativamente as áreas verdes e arborização de ruas. (MILANO, 1987)
A arborização urbana e os outros elementos existentes na maioria dos centros urbanos (postes de iluminação pública, fiações, telefones públicos, placas de sinalização entre outros), convivem em desarmonia devido à ausência de planejamento tanto da arborização, quanto dos outros componentes desse espaço. Nenhum ambiente é mais alterado que o meio urbano, devido aos atuais modelos de edificações e loteamento do solo que restringem os espaços determinados às áreas verdes. Essas restrições limitam a utilização de árvores na Floresta Urbana, em relação ao seu porte e à quantidade de espécies (YAMAMOTO et all., 2004), por isso a importância de um ramo da Silvicultura que se chama Silvicultura Urbana. O objetivo da Silvicultura Urbana é o cultivo e o manejo de árvores para a contribuição atual e potencial ao bem estar fisiológico, social e econômico da sociedade urbana (COUTO, 1994). Dentre os aspectos estudados encontra-se a escolha da espécie ideal, partindo do conhecimento das características da própria espécie e do local, técnicas de plantio, manutenção e de podas.
Escolha da Espécie
Características da espécie
É muito importante a heterogeneidade de espécies na implantação de uma arborização urbana, pois além de ser uma forma de proteger, difundir e valorizar a flora brasileira, favorece a sobrevivência de animais que constituem importantes elementos do equilíbrio ecológico. (TOLEDO FILHO & PARENTE, 19)
As árvores em ambiente urbano estarão submetidas a condições distantes das que são oferecidas em ambiente natural, portanto é necessário utilizar espécies que ocorram naturalmente na região em que a árvore será plantada para que seu crescimento, adaptabilidade e desenvolvimento não sejam comprometidos.
Como a escolha da espécie a ser plantada na frente da residência é o aspecto mais importante a ser considerado, há uma série de características que devem ser avaliadas antes dela ser selecionada, como a tolerância a poluentes e a baixas condições de aeração do solo, presença de odores, tempo de crescimento e de longevidade, tamanho e cor das flores e frutos, época e duração do florescimento e frutificação, entre outros.
Ao se plantar árvores nas vias públicas ou parques e jardins deve-se evitar aquelas que produzam qualquer tipo de substância tóxica para o homem ou qualquer outro animal (ex: espatódeas e euforbiáceas). A utilização de espécies com presença de espinhos no tronco também deve ser evitada. Aconselha-se usar árvores que não possuam frutos grandes que possam amassar carros ou mesmo ferir pessoas (ex: mangueiras e sapucaias) e com maior resistência nos galhos e ramos.
Espécies resistentes a pragas e doenças são preferíveis, pois são mais adaptáveis ao ambiente urbano e não requerem a utilização de substâncias tóxicas como fungicidas e inseticidas que também podem inferir na saúde dos indivíduos.
A dimensão da copa não deve extrapolar o limite físico do local, pois as árvores não podem obstruir a passagem de pedestres. A altura da muda a ser plantada não deve ser inferior a 2 m para não interromper a circulação de pedestres e veículos.
Um fator a ser considerado é, também, o uso de espécies que reúnem características morfológicas adaptadas para combater a poluição nos grandes centros. As folhas destas árvores podem absorver gases poluentes e prender partículas sobre sua superfície, especialmente se estas forem pilosas, cerosas ou espinhosas.
Durante a escolha um fator levantado constantemente pelos moradores é quanto às árvores que sujam muito a calçada ou entopem calhas e condutor. Isso nos parece impossível de ser resolvido por seleção de espécie. Qualquer espécie arbórea tem uma grande perda de folhas, seja ela sempre verde ou caducifólia (que perde todas as folhas em determinado período), e folhas pequenas ou grandes causaram os mesmos problemas de “sujeira” ou entupimentos. A solução está na localização adequada das árvores e das casas. Se as árvores são plantadas suficientemente distantes de telhados de residências e de bueiros o efeito de entupimento será reduzido. Por outro lado, se as calçadas e pátios tivessem menos área de cimento e mais área com grama, a “sujeira” das árvores quase não existiria.
Características do local
Em relação ao local deve-se primeiramente considerar o tipo de rua a ser arborizada, pois vias comerciais, residenciais, entre outras, terão um tratamento estético distinto. Em seguida avaliar o espaço disponível, para selecionar o porte ideal da espécie a ser utilizada. Antes da escolha é necessário verificar a presença ou ausência de fiação aérea, iluminação pública, a localização da rede de drenagem pluvial e da rede de esgoto e de outros serviços urbanos, bem como a largura da calçada e afastamento mínimo nas edificações. Uma forma de obter estas informações é por meio do cadastramento e controle das ruas e praças que permitem uma correta implantação. (BATISTA, 1988)
Dependendo desse espaço, a escolha ficará vinculada ao conhecimento do porte da espécie a ser utilizada. As árvores usadas na arborização de ruas e avenidas foram classificadas em pequeno, médio e grande porte.
Comumente são indicadas árvores de pequeno porte (que atingem entre 4 e 5 metros de altura e raio da copa entre 2 e 3 metros). Porém, árvores de pequeno porte atrapalham a circulação de veículos e pedestres, pois a copa baixa restringe o espaço lateral nas vias públicas. Portanto deve-se priorizar o uso de espécies de médio (que atingem cerca de 10 metros de altura quando adultas e raio de entre 4 e 5 metros) e grande porte (aquelas cuja altura na fase adulta ultrapassa 10 metros de altura e o raio de copa é superior a 5 metros).
Em canteiros centrais, presentes em avenidas, pode-se utilizar árvores de médio a grande porte, caso este possua grandes dimensões (mais de 4 metros de largura), ou então espécies colunares, como as palmeiras. Elas apresentam forma adequada para este fim, além de servirem como referência aos condutores de automóveis. Porém não são apropriadas para uso em calçadas, seja pelo porte, na maioria das vezes grande como também pela dificuldade de manejo. Sempre que possível, deve-se utilizar espécies nativas, mas se estas não estiverem disponíveis, pode-se utilizar espécies exóticas adaptadas.
É particularmente importante considerar a altura dos veículos que transitarão pela rua uma vez que é comum as árvores de pequeno porte serem danificadas por grandes caminhões.
Se o objetivo é arborizar locais de estacionamento de veículos, deve-se utilizar espécies que proporcionem sombra, mas que não tenham frutos grandes, que possam causar danos aos veículos, folhas caducas de grande tamanho e outras características que dificultem o trânsito dos veículos.
Em locais de clima frio, deve-se levar em consideração a deciduidade (a perda ou não das folhas) das plantas, pois espécies caducifólias levam a um maior aproveitamento da radiação solar.
As árvores não devem ser plantadas em cima de encanamentos de água e esgoto evitando assim um possível entupimento destas redes pelas raízes. Para não prejudicar a sinalização e a iluminação devem ficar a uma distância de no mínimo 5 metros das placas e postes.
Plantio
A posição ideal de plantio é aquela em que permite que a árvore proporcione a incidência de raios solares no inverno e sombra no verão.
O primeiro procedimento de plantio é o coveamento. No local onde irá ser feita a cova deve haver em volta uma área permeável para infiltração de água e aeração do solo. A área deve ser de 2 m2 para árvores pequeno porte e de 3 m2 para árvores de grande porte, atentando-se a fato de restar no mínimo 0,90 m para passagem de pedestres. O entulho decorrente da quebra da calçada deve ser recolhido.
A cova deve possuir dimensões mínimas de 0,6x0,6x0,6 m e permitir que a muda fique numa posição central dentro da mesma. Quanto mais deficiente o solo em suas características físicas e químicas, maior deverá ser a cova.
Um erro constante observado é o dimensionamento da cova em função do material empregado para revestir calçadas. Peças cerâmicas ou pétreas de 0,20 x 0,20 m ou 0,30 x 0,30 m condicionam covas de iguais dimensões. Isto permite a colocação de pisos sem recortes, mas dificulta, sobremaneira, o desenvolvimento da planta. (SANTOS & TEIXEIRA, 2001)
O solo proveniente da abertura da cova apresenta-se, na maioria das vezes, alterado devido a remoção das camadas mais férteis ou soterramento das mesmas. Portanto, ao proceder o preenchimento da cova, o solo deve ser substituído por outro com melhores condições químicas e físicas, estando livre de entulho, lixo e pedras. O solo de preenchimento deve ser formado por uma parte de solo de textura argilosa, uma parte de solo de textura arenosa e uma parte de composto orgânico mineralizado.
Quanto a adubação, para uma cova com as dimensões de 60 x 60 x 60 cm, esta deve ser feita utilizando 300 g de Super Simples 5-15-10, 110 g de calcário dolomítico e 180 g de FTE (fritas). Os fertilizantes devem ser misturados de forma homogênea no solo de preenchimento.
As mudas a serem plantadas devem estar sadias. Deve-se retirar a embalagem (saco plástico, tubete) e realizar, se necessário, uma poda leve nas raízes. O solo de preenchimento deve ser colocado de modo que a muda, na região central da cova, tenha seu colo em torno de 5 cm abaixo do nível da calçada, porém permanecendo no mesmo nível da superfície do solo. O solo em volta da muda deve ser pisoteado moderadamente para firmá-lo, sem que haja compactação do mesmo.
Caso seja necessário, como em locais de muito vento por exemplo, deve-se colocar temporariamente um tutor (haste de madeira, bambu, metal ou plástico) que deve ser enterrado de 0,50 no solo e ultrapasse a altura da muda em no mínimo 0,30 m. A muda é amarrada ao tutor com uma fita de borracha, para evitar qualquer restrição ao seu crescimento.
O local da muda deve ser imediatamente irrigado com água limpa logo após o plantio em quantidade suficiente para encharcar o solo.
Manutenção
Para que as mudas não morram ou tenham seu desenvolvimento comprometido por estresse hídrico, é necessário regá-las três vezes por semana com cerca de cinco litros de água ou uma vez por semana em estação chuvosa. Elas também deverão receber pelo menos duas adubações por ano.
Não se deve colocar em nenhuma parte da árvore enfeites, luzes, cordas, lixeiras, pregos arames, entre outros que possam causar danos à saúde e ao crescimento da árvore.
Sempre que houver algum problema de ataque de pragas ou doenças procurar orientação de técnicos habilitados, que indicarão qual é o melhor procedimento a ser realizado. A prática de caiar ou pintar os troncos das árvores não impede o ataque de formigas. Esses produtos liberam componentes químicos que além de prejudica-las, são tóxicos para liquens que vivem em associação comas árvores.
Poda
Ao selecionar a espécie de porte ideal para o local, evitam-se podas desnecessárias para adaptar árvores que ultrapassam o limite físico local. Assim, é preciso conhecer previamente uma árvore saudável para definir com maior precisão a necessidade e o momento da intervenção (poda), bem como as partes a serem eliminadas. Desta forma pode-se prolongar o “Tempo de Residência” de espécies arbóreas nos vários nichos urbanos onde estão inseridas, considerando-se todos os fatores ambientais imediatos que regem o seu desenvolvimento (poluição, ação predatória, choques mecânicos, aeração do solo, etc).
Existem diferentes tipos de poda cada qual com seu objetivo. A poda, na arborização urbana, visa basicamente conferir à árvore uma forma adequada durante o seu desenvolvimento (poda de formação); eliminar ramos mortos, danificados, doentes ou praguejados (poda de limpeza); remover partes da árvore que colocam em risco a segurança das pessoas (poda de emergência); e remover partes da árvore que interferem ou causam danos incontornáveis às edificações ou aos equipamentos urbanos (poda de adequação).
poda de formação é empregada para substituir os mecanismos naturais que inibem as brotações laterais e para conferir à árvore crescimento ereto e à copa altura que permita o livre trânsito de pedestres de veículos.
poda de limpeza é empregada para evitar que a queda de ramos mortos coloque em risco a integridade física das pessoas e do patrimônio público e particular, bem como para impedir o emprego de agrotóxicos no meio urbano e evitar que a permanência de ramos danificados comprometa o desenvolvimento sadio das árvores.
poda de emergência, a mais traumática para a árvore e para a vida urbana, é empregada para remover partes da árvore que colocam em risco a integridade física das pessoas e do patrimônio público ou particular.
poda de adequação é empregada para solucionar ou amenizar conflitos entre equipamentos urbanos e a arborização. É motivada pela escolha inadequada da espécie, pela não realização da poda de formação, e principalmente por alterações do uso do solo, do subsolo e do espaço aéreo.
As podas drásticas, que removem totalmente a copa, ou ramos principais deverão ser evitadas, sendo a sua utilização permitida apenas em situações emergenciais ou quando precedida de parecer técnico de funcionário municipal autorizado.
É autorizado o corte de uma árvore apenas quando esta estiver seca, muito doente (comprometendo a saúde de outras árvores) ou oferecer problemas de segurança local (como ameaçar a cair). Também é permitido caso esta esteja bloqueando a visão da sinalização de trânsito ou houver excesso de árvores em um determinado local, tornando-o insalubre por ter pouca incidência de sol.
O corte de árvores em frente a garagens é regulamentado através de lei municipal. Algumas cidades não admitem que se localize entrada de veículos onde existe uma árvore plantada anteriormente. Outras, no entanto, não exigem uma vistoria prévia ou a locação na planta da nova construção para a aprovação da mesma. Quando a obra está pronta, autoriza-se, com esta justificativa, o corte da árvore. O ideal é que as situações sejam examinadas e estudadas alternativas para que não haja o corte da árvore.
O correto é realizar a condução da árvore desde jovem, quando tem maior capacidade de cicatrização e regeneração para que esta tenha um crescimento adequado ao local de plantio.
Ao se executar uma poda ou corte de uma árvore, há alguns fatores a serem levados em consideração, como a necessidade de isolamento da área caso seja uma via pública onde circulam pessoas e veículos. Havendo fiação elétrica na rua deve-se desligar a energia durante a realização da poda para evitar choques e acidentes. Também é necessário verificar a presença de ninhos de vespas e marimbondos.
Somente equipes autorizadas pela Prefeitura Municipal ou pelo Conselho Municipal do Meio Ambiente podem efetuar podas e corte de árvores. Estas equipes devem ser treinadas e usar os equipamentos de segurança e proteção individual (EPI's). Os equipamentos e ferramentas deverão estar em boas condições de uso.
O conhecimento das características das espécies mais utilizadas na arborização de ruas, das técnicas de poda e das ferramentas corretas para a execução da poda permite que esta prática seja feita de forma a não danificar a árvore. Entretanto, a poda sempre será uma agressão à árvore. Sempre deverá ser feita de modo a facilitar a cicatrização do corte. Caso contrário, a exposição do lenho permitirá a entrada de fungos e bactérias, responsáveis pelo apodrecimento de galhos e tronco, e pelo aparecimento das conhecidas cavidades (ocos).
Legislação
Toda poda e corte de árvore no município de São Paulo necessita de autorização prévia do Poder Executivo Municipal. Extraordinariamente, nas ocasiões de emergência em que haja risco iminente para a população ou ao patrimônio tanto público como privado, será permitida a providência aos Soldados do Corpo de Bombeiro.
Pela legislação vigente, é considerado exemplar arbóreo o espécime ou espécimes vegetais lenhosos, com Diâmetro do Caule à Altura do Peito (DAP) superior a 0,05 (cinco) centímetros. DAP é o diâmetro do caule da árvore à altura média de 1,30 m (um metro e trinta centímetros) do solo.
A poda poderá ser autorizada nas seguintes circunstâncias:
• em terreno a ser edificado, quando a poda for indispensável à realização da obra;
• quando o estado fitossanitário da árvore a justificar;
• quando a árvore ou parte dela apresentar risco iminente de queda;
• nos casos em que a árvore esteja causando comprováveis danos permanentes ao patrimônio público ou privado;
• nos casos em que a árvore constitua obstáculo fisicamente incontornável ao acesso de veículos.
O Executivo Municipal está obrigado a comunicar a autorização da poda através do Diário Oficial do Município, com antecedência mínima de 10 dias.
Algumas árvores indicadas pra utilização em áreas urbanas
Nome popularNome científico
Acácia-mimosaAcacia podalytifolia
Açoita-cavaloLuehea divaricata Mart.
Aroeira-periquitaSchinus molle L.
Aroeira-vermelhaSchinus terebinthifolius Raddi
ButiazeiroButia eriospatha (Mart.) Becc.
CapororocãoRapanea parviflora (A Dc) Mez
Chal-ChalAllophyllus edulis
Coração-de-negroPoecilanthe parviflora Benth
Corticeira-do-banhadoErytrina crista-galli L.
GeriváSyagrus romanzoffiana (Cham.) Glassman
GoiabiraPsidium guajava L.
Ingá-feijãoIngá marginata
Ipê-amarelo-paulistaTabebuia chrysotricha (Mart. Ex DC.) Standl.
Ipê-roxoTabebuia avellanedae Lor. Ex Griseb.
JaboticabeiraMyrciaria trunciflora Berg
JaborandiPilocarpus pennatifolius Lem.
MulungúErythrina falcata
PaineiraChorisia speciosa St. Hill.
PalmitoEuterpe edulis Mart.
Pata-de-vacaBauhinia candicans Benth.
PinheiroAraucária angustifolia Kuntze
PitangueiraEugenia uniflora L.
PodocarpusPodocarpus lambertii Klotzsch
SalseiroSalyx humbolditiana Wild.
Sina-sinaParkinsonia aculeata L.
TimbaúvaEnterolobium contortisilicum (Vell.) Morong.
Uva-do-japãoHovenia dulcis
Espécies indicadas para a redução da poluição
Pequeno porte com folhagem permanente
Nome popularNome científico
AraçáPsidium Cattleianum
Chal-chalAllophyllus edulis
Chuva-de-ouroCassia multijuga
QuaresmeiraTibouchina granulosa
QuaresmeiraTibouchina sellowiana
Meio porte com folhagem semi-caduca
Nome popularNome científico
CocãoErythroxylum argentinum
Goiabeira-da-serraBrittoa guazumifolia
Guarbiroba-de-folha-miúdaCampomanesia rhombea
Manacá-da-serraTibouchina mutabilis
Tarumã-pretaVitex montevidensis
Médio porte com folhagem permanente
Nome popularNome científico
GoiabeiraPsidium guajava
AlecrimHolocalix glaziovii
Grande porte com folhagem semi-caduca
Nome popularNome científico
GuabirobaCampomanesia xanthocarpa
Camboatá-vermelhoCupania vernalis
Maria-pretaDiospyrus inconstans
Camboatá-brancoMatayba ealeagnoides
Grande porte com folhagem permanente
Nome popularNome científico
GuajuviraPatagonula americana
AguaíPouteria gardneriana
Aguaí-folha-de-salsaPouteria salicifolia
CatiguáTrichilia clauseni
Açoita-cavaloLuehea divaricata
Louro-pretoChordia ecalyculata
LouroChordia trychotoma
CarobaJacaranda micrantha
Espécies indicadas para estacionamento
Nome popularNome científico
Açoita-cavaloLuehea divaricata
AleluiaSenna multijug
Angelim-bravoLonchocarpus campstris
Angico-vermelhoParapiptadenia rigida
Aroeira-priquitaSchinus molle
BartimãoCassia leptophylla
Camboatá-vermelhoCupania vernalis
CanafístulaPeltophorum dubium
Canela-amarelaNectranda rigida
Canela-do-brejoMachaerium stipitatum
Canela-ferrugemNectranda rigida
CapororocaRapanea umbellata
Carne-de-vacaStyrax leprosus
Carvalho-brasileiroRoupala brasiliensis
CatiguáTrichilia clausenii
CedroCedrella fissilis
Corticeira-da-serraErytrhrina falcata
GrápiaApuleia leiocarpa
GuajuviraPataonula americana
Ingá-feijãoInga marginata
Ingá-macacoInga sessilis
IngazeiroLonchocarpus sericeus
Marmeleiro-do-matoRuprechtia laxiflora
Pau-brasilCaesalpinia echinata
Coração-de-negroPoecilanthe parviflora
QuaresmeiraTibouchina granulosa
Rabo-de-bugioLonchocarpus muehlbergianus
SibipirunaCaesalpinia peltophoroides
TimbóAteleia glazioveana
Palmeiras para uso em calçadas e/ou canteiros centrais
Nome popularNome científico
ButiazeiroButia capiata
Buriti-palitoTrithrinax brasiliensis
CariotaCaryota urens
GeriváSyagrus romanzoffiana
NeodipsisDypsis decary
Palmeira-cabeludaTrachycarpus fortunei
Palmeira-da-califórniaWashingtonia robusta
Palmeira-da-califórniaWashingtonia filifera
Palmeira-imperialRoystonea oleracea
PalmiteiroEuterpe edulis
RobelinePhoenix roebelinii
SabalSabal palmetto
Tamareira-das-cancanáriasPhoenix canariensis
TamareiraPhoenix dactylifera
Bibliografia
BATISTA,J.L.F. Apontamentos de silvicultura urbana. Piracicaba: ESALQ/DCF, 1988. 36p.
COUTO, H.T.Z. Métodos de amostragem para avaliação de árvores de ruas. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE ARBORIZAÇÃO URBANA, 2, 1994, São Luis. Anais... São Luis/MA: SBAU, 1994. p.169-179.
MILANO,M.S. O planejamento da arborização, as necessidades de manejo e tratamentos culturais das árvores de ruas de Curitiba,PR. Floresta, v.17, n.1/2, p.15-21, jun./dez.1987
SANTOS,N.R.Z.;TEIXEIRA,I.F. Arborização de Vias Públicas: ambiente x Vegetação. Porto Alegre– RS: Instituto Souza Cruz, 2001 135p.
Secretaria Municipal do Meio Ambiente de Ribeirão Preto/SP A poda na arborização urbana Disponível em: http://www.eletropaulo.com.br/frameset_home.cfm?conteudo_id=544
Secretaria do Verde e do Meio Ambiente (SVMA) e a Secretaria de Coordenação das Subprefeituras (SMS) Manual Técnico de Poda Disponível em: http://portal.prefeitura.sp.gov.br/secretarias/meio_ambiente/
eixo_biodiversidade/arborizacao_urbana/0002
TOLEDO,D.V.; PARENTE,P.R. Arborização urbana com essências nativas. Boletim Técnico do Instituto Florestal, v.42, p.19-31, mai.1988
YAMAMOTO, M.A.;SCHIMIDT, R.O.L;COUTO,H.T.Z. do;SILVA FILHO,D.F. da Árvores Urbanas Piracicaba 2004 Disponível em http://lmq.esalq.usp.br/~dfsilva/arvores_urbanas.pdf

terça-feira, 19 de setembro de 2017

Plantio de árvores na comunidade Santa Edwiges

Após 3 dias de chuva e sob a chuva no momento, plantamos um Ipê Amarelo, um Guabiju e Um Pau Ferro, no passeio público da rua Frei Albino Aresi 165. 
Contamos com a colaboração dos moradores para termos sombra no verão.




quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Tudo o que você precisa saber sobre Gestão da Arborização Urbana



No texto sobre o que é arborização urbana notamos o quão essencial esta prática é na melhoria da nossa qualidade de vida nos centros urbanos. Isto, claro, através de um planejamento criterioso e uma gestão eficiente.

Neste artigo destacamos alguns pontos importantes que vem sendo utilizados com sucesso pelos profissionais da área para a adequada gestão da arborização urbana.

Confira:

Planejamento:
O planejamento é muito importante para realizar uma boa gestão da arborização urbana e, atualmente, faz-se essencial a representação espacial dos dados das árvores juntamente com o maior número possível de informações sobre as áreas de interesse.
Uma alternativa que vem com o objetivo de melhorar o gerenciamento destas unidades é a utilização de técnicas de geoprocessamento através de programas de computador. São programas que, além da capacidade de gerirem mapas, contêm inúmeras ferramentas onde se é possível pensar e planejar virtualmente as ações a serem tomadas no mundo real.

Escolha das espécies (aspecto visual):
Não há uma espécie ideal de árvore, o importante é manter uma maior variedade possível delas a fim de atrair uma diversidade maior de animais, proporcionando assim um reequilíbrio na cadeia alimentar do ambiente urbano. Um maior número de espécies de árvores embeleza a cidade pela variedade de formas e cores. No entanto, esta diversificação não implica no plantio aleatório. É recomendado manter uma uniformidade dentro das quadras ou mesmo dentro das ruas e avenidas utilizando-se no máximo duas espécies.

Considerando o aspecto visual, se faz importante privilegiar espécies:
– Com copas expressivas, que proporcionarão conforto ambiental às áreas.
– Que possuam floração e frutificação, já que favorecem a paisagem e a presença da fauna.
– Que produzam aromas agradáveis (folhas, madeiras, flores).
– Nativas regionais da flora brasileira.
– Resistentes ao ataque de pragas e doenças, tendo em vista a inadequação do uso de agrotóxicos no meio urbano.

Escolha das espécies (aspecto estrutural):
Durante a escolha das espécies de árvores, suas características (copa, raiz, porte, taxa de crescimento, etc.) devem ser muito bem avaliadas, de modo que a árvore possa conviver de forma harmoniosa com os serviços públicos que ocorrem no espaço urbano: redes de distribuição de energia elétrica, iluminação pública, telecomunicações, placas sinalizadoras, redes de água e esgoto, entre outros. No caso das redes elétricas, essa convivência é ainda mais importante, principalmente para evitar acidentes com pessoas e a ocorrência de interrupções no fornecimento de energia elétrica.

Escolha das mudas:
A produção da muda é um dos fatores mais importantes para o sucesso da arborização urbana. Além de melhor preparada para as adversidades encontradas no ambiente urbano, o emprego de mudas de boa qualidade reduz a necessidade de operações de manejo posteriores, uma vez que reduz a possibilidade de ocorrência de problemas.

Podas:

Existem 4 tipos de podas na arborização urbana, de acordo com o estado da árvore:


Poda de formação: é empregada para substituir os mecanismos naturais que inibem as brotações laterais e para conferir à árvore crescimento ereto e à copa altura que permita o livre trânsito de pedestres de veículos.

Poda de limpeza: é empregada para evitar que a queda de ramos mortos coloque em risco a integridade física das pessoas e do patrimônio público e particular, bem como para impedir o emprego de agrotóxicos no meio urbano e evitar que a permanência de ramos danificados comprometa o desenvolvimento sadio das árvores.

Poda de emergência: é empregada para remover partes da árvore que colocam em risco a integridade física das pessoas ou do patrimônio público ou particular, sendo a poda mais traumática para a árvore e para a vida urbana.

Poda de adequação: é empregada para solucionar ou amenizar conflitos entre equipamentos urbanos e a arborização. É motivada pela escolha inadequada da espécie, pela não realização da poda de formação, e principalmente por alterações do uso do solo, do subsolo e do espaço aéreo.

A responsabilidade quanto à gestão de poda de árvores incide sobre as Prefeituras Municipais. Porém, se for necessária a realização de manobras perto da rede elétrica, estas devem ser feitas em dias de pouco movimento e envolver obrigatoriamente a concessionária de energia e órgãos responsáveis pelo trânsito.

Substituição ou Supressão:
A substituição de uma árvore é um processo cuidadoso, que faz parte do manejo de arborização e que busca favorecer a região com uma planta mais adaptada ao local. Já a supressão é um procedimento adotado em último caso e somente quando, após a vistoria técnica do arborista, é constatada a impossibilidade de se cultivar uma outra árvore no mesmo local, devido a alguma restrição física ou ambiental. Veja exemplos:
– Localização imprópria para convivência com os demais equipamentos urbanos, impossibilitando o desenvolvimento natural.
– Condições vegetativas comprometidas, como: estado de saúde geral, condições de raiz, tronco e copa.
– Ataques de pragas e doenças, provocando sua debilidade.
– Vandalismo causado por terceiros, por exemplo, pela colisão de veículos.

Resíduo das Podas:
Sempre após as podas é necessário que os resíduos gerados sejam retirados para que não atrapalhem o livre acesso de pedestres e veículos automotores, e ainda, para que não obstruam o acesso da água pluvial aos bueiros. Esses resíduos, subprodutos da arborização de ruas, não devem ser desconsiderados, dado ao considerável volume gerado e aos seus diversos aproveitamentos. Trata-se de um material que pode ser usado como adubo, por meio de compostagem (processo de transformação de matéria orgânica em adubo orgânico) ou na produção de energia com sua queima.

Percebemos que durante todas as etapas da Gestão da Arborização Urbana (plantio, poda, supressão, etc.) são necessárias várias intervenções humanas. Porém, para que estas ações sejam mesmo eficazes, faz-se necessário um planejamento e acompanhamento minucioso. Assim, para auxiliar os profissionais durante todos estes processos, ressaltamos a importância da utilização de um sistema georreferenciado, como já citado no início deste artigo.
Este tipo de sistema é capaz de auxiliar na identificação e coordenação das necessidades de manejo das árvores, trazendo, consequentemente, maior agilidade na atualização dos dados e maior eficiência destas tarefas. Além também de fornecer informações quantitativas e qualitativas, tais como:

– Localização precisa das espécies que compõem a arborização urbana e as características sobre seu entorno.
– Interação entre as árvores e os equipamentos urbanos como fiações elétricas, postes de iluminação, muros, passeios etc.
– Quantidade de árvores que apresentam lesão ou problemas fitossanitários.
– Incidência de podas drásticas, substituição ou supressão.
– Possibilidade de realizar pesquisas por espécie, status ou por uma área geográfica, seja ela um bairro, uma rua ou um polígono desenhado no mapa.

Todas estas informações, aliadas à geotecnologia ajudam consideravelmente na otimização de todas as atividades envolvidas na Gestão da Arborização Urbana.

Fontes: Site da Prefeitura de Uberaba | Site da Prefeitura de São Paulo | www.copel.com | www.cemig.com.br | www.uesb.br

Redação: Viviane Coelho – Analista de Requisitos Digicade
Revisão: Camilla Greco – Analista de Marketing Digicade

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

O Guabiju da avenida Wenceslau Escobar em Porto Alegre

Julho 2016
Vamos em frente, fica o guabijuzeiro e seus frutos!! 
Em 18 meses fizemos alguns manejos nessa muda, 
como proteção ao anelamento por corte de grama, 
adubação e poda. 
Quem sabe a primavera mostre seus frutos??







julho 2016

outubro 2016


Março 2017

Março 2017






Setembro 2017
Setembro 2017
Setembro 2017

sábado, 2 de setembro de 2017

IX Fórum Gaúcho de Arborização Urbana – Confiram a Programação

avaliação de vegetal com o IPT/ Porto alegre 2014


IX Fórum Gaúcho de Arborização César Luiz Rodrigues
14 e 15 de setembro de 2017 – Charqueadas, RS
Público-alvo: Acadêmicos, servidores de prefeituras, órgãos estaduais e federais, concessionárias de energia elétrica e outros serviços urbanos, instituições de ensino, empresas particulares e interessados em geral, cujas atribuições estejam relacionadas ao manejo da arborização urbana.
Local: Salão de Eventos do Centro Administrativo Manuel de Souza João, situado na Avenida Cruz de Malta, 1610
PROGRAMAÇÃO
Quinta-feira (14 de setembro)
– 8h: Credenciamento e Inscrições
– 8h30: Abertura Oficial
– 9h: PALESTRA – Panorama Ambiental e Urbanístico do município de Charqueadas/RS – Eng. Ambiental Cássio Silva de Souza e Prof.ª Lisiane da Silva Lopes.
– 9h30: Conselho da Cidade de Charqueadas – Conselheiro representante.
– 10h: Coffee break
– 10h15: PALESTRA – Árvores, Estruturas e Eventos Extremos – Eng. PhD Carlos André Bulhões Mendes, Diretor do Instituto de Pesquisas Hidráulicas – IPH/UFRGS
– 11h30: PALESTRA – Relato do Histórico da Arborização no Brasil nos últimos 40 anos – Bióloga Maria do Carmo Sanchotene
– 12h as 12h30: DEBATES
– 12h30 às 13h30: Intervalo para almoço
– 13h30: MESA REDONDA – Debatendo o presente e o futuro da arborização – Com Representantes do CRBio-03 E CREA-RS
– 14h30: DEBATES
– 14h45: Coffee break
– 15h: PALESTRA – A importância da valorização da arborização como política pública do verde urbano – Eng. Agr. Anderson Leite Fontes Junior – Prefeitura de João Pessoa/PB;
– 16h30: DEBATES
– 17h: Reunião com Produtores/Viveiristas – Construção do perfil de muda padrão – elaboração da CARTA DE CHARQUEADAS:
Eng. Agrônomo Ricardo Senger – Viveiro Senger
Biólogo Eduardo Olabarriaga – Viveiro de Porto Alegre – SMAMS
– 18h: Encerramento do 1º dia.
– 20h: Momento de Convivência
Sexta-feira (15 de setembro)
AULÃO
– 8h30: Desmitificando a Vistoria Técnica – Biólogo Flavio Barcelos de Oliveira
– 9h15: DEBATES
– 9h45: Coffee break
– 10h: Técnicas de Manejo Vegetal de acordo com a Norma Técnica ABNT NBR 16.246-1 – Biólogo João Augusto Bagatini
– 11h30: DEBATES
– 12h: Ato de Encerramento
– 12h10 às 13h30: Intervalo para almoço
– 13h30: Visita Técnica ao Bairro Aços Finos Piratini e à Reserva Particular do Patrimônio Nacional – RPPN Porto Capela
*Vagas limitadas: 40 lugares (inscrições no evento)
– 16h30: Término das Atividades
INVESTIMENTO
a) Valor antecipado, pago até dia 11/09: R$ 25,00
b) Associado SBAU, pago até dia 11/09: R$ 20,00
c) Valor no dia do evento: R$ 50,00, condicionada à existência de vagas.
INSCRIÇÕES ANTECIPADAS (VAGAS LIMITADAS):
a) Informe no e-mail: forumgaucho.contato@gmail.com seu nome completo, CPF, RG, e-mail, telefone e cidade, e anexe o comprovante de depósito identificado na Caixa Econômica Federal, Agência 1548, Operação 003, C/C 2497-7, em nome da Sociedade Brasileira de Arborização Urbana.
b) Sua vaga é garantida mediante o depósito identificado do valor da taxa de inscrição correspondente: Informações podem ser obtidas pelo e-mail acima informado ou pelo, pelos telefones 051-3958- 8400 e 051-3958- 8484, com Fernanda ou Suelen.

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

EMBRAPA ÁRVORES URBANAS



Por que manter árvores na área urbana? As cidades dependem fortemente do meio rural para atender às suas necessidades de água, de alimento, de fibras e de outros produtos essenciais à vida e ao bem-estar. O impacto ambiental das cidades sobre o ambiente pode ser avaliado por uma medida chamada de “pegada ecológica”. Essa pegada, ou biocapacidade, corresponde à área de terra produtiva e de ecossistemas aquáticos necessários para produzir os recursos utilizados e absorver os resíduos produzidos por determinada população com padrão de vida específico, onde quer que essa área esteja localizada (PNUMA, 2004). Em 1995, o ecologista Herbert Girardet estimou que a pegada ecológica da cidade de Londres era 125 vezes maior do que a área ocupada por ela. 

A estimativa do ano 2000 é de que a pegada ecológica dessa metrópole seja equivalente a 49 milhões de hectares, o que representa 42 vezes sua biocapacidade e 293 vezes sua área geográfica, o que grosseiramente equivale ao dobro da área da Grã-Bretanha. Com a população de 7,4 milhões de pessoas, esse cálculo representa 6,63 ha por habitante urbano. Com base na capacidade da Terra de 2,18 ha por habitante, em média, pode-se estimar que seriam necessários três planetas idênticos à Terra para manter o atual estilo de vida dos londrinos (LSDC, 2008). A cidade de Vancouver, no Canadá, consome a produção de uma área 174 vezes maior do que aquela referente à sua área política. A pegada ambiental urbana relativamente desproporcional é aceitável até certo ponto, porque a concentração de populações nas cidades reduz a pressão sobre a terra, possibilita economias de escala e facilita a proximidade da infra-estrutura e dos serviços (PNUMA, 2004). 

As cidades são fruto do engenho humano, mas muitas vezes são inóspitas. Elas são consideradas por urbanistas como ecossistemas. São sistemas imaturos, se comparados aos sistemas naturais, pois estão em rápido crescimento e são ineficientes no uso de recursos, tais como água e energia (HAUGHTON e HUNTER, 1994 citado por BOLUND e HUNHAMMAR, 1999). Nas cidades há produção e consumo de energia em grande escala; há importação e canalização de água, assim como incremento de importações e de exportações de outros materiais, com o acúmulo de enorme quantidade de dejetos e de lixo.

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Garoto de 4 anos ensina a por orquídea na árvore (+playlist)




Cultivar uma orquídea em árvore é uma boa maneira de enfeitar a casa com plantas 
sem precisar de muito paparico - nos primeiros meses, você vai regá-la mais vezes, 
mas, com o tempo, as raízes novas surgem e a orquídea quase não precisa de cuidados. 
A jardineira Carol Costa, do site Minhas Plantas, convidou o pequeno Fabricio para mostrar
 como é fácil prender uma Phalaenopsis num galho. 
Quem sabe agora o pessoal nos supermercados 
e floriculturas para de jogar planta no lixo e
 começa a doar para que elas enfeitem ruas e praças da cidade? 
Mais vídeos e informações sobre orquídeas em http://www.minhasplantas.com.br.



sexta-feira, 21 de julho de 2017

Arborização urbana deve atender a critérios técnicos e ter ações coordenadas, afirmam especialistas

Fonte: IEA USP

por Sylvia Miguel - publicado 03/05/2017 11:25 - última modificação 03/05/2017 12:17
Verdejando público
Workshop Verdejando: sociedade civil debate arborização da capital. A partir da esq.: subprefeito Oziel de Souza; secretário do Verde, Gilberto Natalini; jornalista Ananda Apple; professor Buckeridge e Ricardo Cardim
Áreas cobertas com vegetação têm o potencial de reduzir em até 20% o risco de mortalidade por câncer e doenças respiratórias em relação a regiões sem vegetação, mostra artigo recém-publicado na revista científica Environmental Health Perspective. Num cenário de mudanças climáticas, a revegetação das grandes cidades está na agenda do dia e foi com o objetivo de discutir “Que arborização queremos para São Paulo?” que o Workshop Verdejando reuniu especialistas, autoridades e representantes da sociedade civil no dia 17 abril, na antiga Sala do Conselho Universitário da USP.
Organizado pela Rede Globo em parceria com a Secretaria do Verde e Meio Ambiente (SVMA) e o Programa USP Cidades Globais do IEA, o encontro teve a moderação da jornalista Ananda Apple e do professor Marcos Buckeridge, coordenador do USP Cidades Globais e presidente da Academia de Ciências do Estado de São Paulo.
Verdejando Buckeridge e CardimVerdejando - público 2
À esq.: professor Buckeridge e o botânico Ricardo Cardim. À dir.: Patrícia Iglecias, supervisora de Gestão Ambiental (SGA) da USP (ao fundo à esquerda, Paulo Saldiva, diretor do IEA, e à direita, o sanitarista Eduardo Jorge, ex-candidato do PV à Presidência)
Na ocasião, o secretário municipal do Verde e Meio Ambiente, vereador Gilberto Natalini (PV), anunciou a criação do Comitê Municipal de Arborização e falou da implementação experimental de um sistema de gerenciamento por satélite para a fiscalização das árvores da cidade. Também fez a promessa de que não será mais permitido substituir o plantio de árvores pela construção de jardins verticais, como ocorreu num polêmico Termo de Compromisso Ambiental (TCA) assinado por uma construtora em 2015 com a Prefeitura Municipal.
O líder do governo na Câmara Municipal de São Paulo, vereador Aurélio Nomura (PSDB), defendeu a implementação de um plano diretor do verde para efetivar políticas permanentes sobre plantio e cuidado com as árvores. Disse também que irá levar ao prefeito João Dória Jr (PSDB) a proposta de destinar parte do Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) arrecadado pela Prefeitura para o investimento obrigatório em áreas verdes. “Nada mais justo, pois são os carros os maiores responsáveis pela emissão de material particulado”, disse Nomura.
O engenheiro agrônomo Joaquim Cavalcanti, do Grupo Técnico sobre Normatização das Melhores Práticas de Arborização Urbana da Prefeitura, defendeu a necessidade de um inventário arbóreo e a capacitação humana para o trabalho de reconhecimento e diagnóstico das espécies urbanas. “Poderíamos pensar numa brigada de arboristas, com um grande envolvimento da sociedade civil”, disse.
Os desafios operacionais são muitos, principalmente quanto à normas regulamentadoras de segurança do trabalho e à capacitação do profissional responsável pelas podas e manutenção, ressaltou Cavalcanti. “A NR35 fala em andaimes, postes, prédios, mas não atende a quem trabalha na altura fazendo podas. Da mesma forma, a NR12, sobre o trabalho com motosserra, não abrange esse profissional”, observou.
Ações coordenadas para o plantio
O projeto Verdejando vem estimulando a importância do verde no ambiente urbano, com a veiculação de reportagens inseridas nas programações regionais da TV Globo e a promoção de oficinas de plantios e a revitalização de praças e parques. O seminário na USP é mais uma tentativa de buscar o engajamento e a sensibilização para o tema, disse Ananda.
Árvores contribuem para minimizar a poluição do ar e reduzir as amplitudes térmicas. Captam gás carbônico liberando oxigênio. Proporcionam beleza visual, sombreamento e abrigo para a avifauna. Contribuem assim para diminuir problemas respiratórios e melhorar a qualidade de vida nas metrópoles.
Porém, a forma de plantar, quando, como, onde e o que plantar são questões que precisam integrar uma ação coordenada, para que a iniciativa possa otimizar os resultados, facilitar o manejo e proporcionar o necessário controle fitossanitário das árvores, indicou o secretário Natalini.
Polêmica sobre jardins verticais
O secretário Natalini foi aplaudido ao anunciar que o município não irá mais permitir a substituição do plantio de árvores pela construção de jardins verticais, como ocorreu no Termo de Compromisso Ambiental (TCA) concedido em 2015 a uma construtora. Os ambientalistas criticam a medida, pois os serviços ambientais de jardins suspensos não se comparam aos benefícios fornecidos pelas árvores.
O assunto virou polêmica quando uma construtora desmatou 837 árvores em 2013 no bairro do Morumbi, incluindo espécies nativas, para construir prédios residenciais. A empresa ganhou a permissão de fazer um jardim vertical no Minhocão, região Central, em vez de plantar árvores. Porém, com a assinatura do secretário Natalini, a atual gestão municipal já utilizou parte do TCA daquela construtora também para fazer  o “corredor verde” da Avenida 23 de Maio, implantado no local onde foram apagados os grafites da via.
“Isso não acontecerá mais. Só pegamos o bonde andando e foi melhor fazer esse acordo do que entrar num litígio judicial”, garantiu Natalini.
O secretário fez uma assinatura simbólica da criação do Comitê Municipal de Arborização e anunciou que o organismo será composto por oito membros do poder público – SVMA e prefeituras regionais – e oito da sociedade civil.
A portaria sobre a criação do organismo foi publicada no diário oficial do município no dia 26 de abril. Terá como missão propor ações de plantio, conservação, articulação de ações integrando as iniciativas de plantio, além de organizar encontros técnicos para formação continuada de cidadãos interessados na temática.
“Precisamos sair daqui com uma plataforma mínima de entendimento e cooperação entre empresas, governos, organizações não-governamentais e cidadãos para construirmos essa força política social para plantar na cidade de São Paulo, mas de uma forma coordenada”, disse Natalini.
Os três viveiros da capital – Manequinho Lopes, no parque do Ibirapuera, Arthur Etzer, localizado no parque do Carmo, e Harry Blossfel, no parque Cemucam, em Cotia – são responsáveis pelo fornecimento de mudas para órgãos municipais que plantarem em áreas públicas. Adicionalmente, o município vem recebendo mudas de empresas que fizeram termos de ajuste de conduta ou termos de compromisso ambiental para ter o direito de construir. Há também empresas que, simplesmente, fazem doações de mudas.
“Portanto, o problema hoje não é falta de mudas. Precisamos, sim, de mão de obra e locais para o plantio. A Secretaria está mapeando isso e verificamos que cabem 10 mil mudas em parques. Há ainda vias públicas, calçadas e clubes esportivos em condições de plantar”, disse Natalini.
O secretário lembrou que as pessoas plantam pouco em seus quintais porque as legislações restringem ações de manejo, plantio ou mesmo supressão de árvores em terrenos particulares. “Precisamos facilitar as coisas para que as pessoas possam plantar e manejar árvores em seus quintais. Não devemos ter esse tabu de que árvore não pode ser suprimida. É a última medida, mas em algum momento pode ser necessário”, disse.
Árvore por habitante
“Precisamos tirar as pessoas dos morros e áreas de risco, acabar com as desigualdades e fornecer serviços básicos para a população pobre, que será a mais atingida pelas mudanças climáticas globais. Mas não podemos negar que as árvores possuem um papel muito importante num cenário de aquecimento global nas grandes cidades. Elas tendem a influenciar a distribuição da umidade do ar e pode ser que haja uma relação com enchentes, tema que nosso grupo também está estudando”, disse o professor Buckeridge.
O professor divulgou dados do estudo “Árvores urbanas em São Paulo: planejamento, economia e água”, que ele publicou na Revista Estudos Avançados volume 29, número 84, mostrando que as zonas Central e Leste da capital apresentam os menores índices de árvore viária por habitante. “Esse mapeamento já pode servir de guia para o planejamento de ações iniciais de plantio”, apontou.
Prefeito regional de Cidade Tiradentes, o sociólogo Oziel de Souza chamou a região de “selva de pedras” e disse que um dos objetivos à frente da gestão local é arborizar o bairro, desmatado para a construção de casas populares. A meta é chegar até o final do ano com o plantio de 10 mil mudas, disse Souza.
Ao contrário de Cidade Tiradentes, em vez de demandas sociais e de plantio, a regional de Vila Mariana, zona Sul de São Paulo, enfrenta desafios com manutenção da alta densidade arbórea. “Num único dia de ventania, perdemos cerca de 300 árvores no ano passado. Muito disso se deve às raízes enfraquecidas pelas intervenções nas calçadas que sufocam o caule e as raízes”, disse o prefeito regional, jornalista Benedito Mascarenhas Louzeiro, responsável pelos bairros de Moema, Saúde e Vila Mariana.
Segundo Louzeiro, há muito desgaste na relação entre moradores e a subprefeitura e desta com a Eletropaulo, por conta da responsabilização pela queda das árvores na região. “No que se refere a podas, retirada de galhos e fiação, a subprefeitura de vila Mariana é a que mais emite multas para a Eletropaulo por descumprimento da legislação. Estamos com a proposta de um projeto piloto de manejo envolvendo as ruas Tangará, Joaquim Távora, Humberto Primo e Bagé, para mapear a cuidar das árvores”, disse.
Roçadeiras e muretas
Verdejando caixotes e muretas
verdejando roçadeira
Acima, muretas obstruindo canteiros e o anelamento do caule causado por roçadeiras são equívocos que sufocam raízes e matam as mudas. Abaixo, a proteção do tronco com cano PVC e matéria orgânica, mostra Cardim.
Verdejando proteção anelamento
Autor de pesquisas que serviram de base para a criação das três primeiras reservas públicas naturais de Cerrado na cidade de São Paulo, o botânico e ativista Ricardo Cardim apontou os maiores erros na arborização e manutenção de parques e jardins, que resultam nas quedas e problemas fitossanitários das árvores na metrópole.
“É preocupante a mania de obstruir os canteiros das árvores urbanas com muretas e caixotes cimentados construídos no entorno do tronco”, diz Cardim. Segundo o botânico, essa prática impede a entrada de água e nutrientes e enfraquece as raízes, sendo uma das principais causas de quedas de árvores na capital.
“Poderíamos pensar num mutirão para transformar esse cenário. Tão importante quanto plantar um milhão de árvores no município é desobstruir 500 mil delas. Assim nós as ajudamos a permanecer de pé e proporcionando serviços ambientais”, disse.
Outra prioridade é acabar com o anelamento causado por roçadeiras durante as podas de grama. “Em geral falta treinamento aos prestadores desse serviço e eles acabam machucando a base do tronco ao cortar a grama. Essa é a verdadeira causa da mortalidade das mudas, e não o vandalismo, como se pensa”, afirma Cardim.
A solução para acabar com o anelamento do tronco é proteger o colo da arvore, seja com matéria orgânica e pedras ou mesmo com cano PVC no entorno, ou as duas coisas, aponta. “Precisamos criar um trabalho de educação muito consistente para as pessoas entenderem que essas práticas são prejudiciais”, disse.
Espécies nativas e padrão de mudas
Canelas, jacarandá do campo, cambuci, cedro rosa, ingá, araçá, cambuatã, jacatirão-cabuçu, araucária, figueira brava, guatambu, açoita-cavalo e copaíba são algumas das espécies de Mata Atlântica que deveriam compor a paisagem de parques, praças e ruas,  defendeu o botânico e ativista Ricardo Cardim.
Verdejando poda paisagística
Uso de espécies exóticas e poda paisagística: práticas criticadas por participantes do encontro
A “monocultura” de sibipirunas, paus-ferro e mirindibas, espécies exóticas da moda que praticamente dominam a atual paisagem urbana, traz menos serviços ambientais e menos benefícios para a avifauna nativa, justifica Cardim.
“Concordo que deveríamos ter mais árvores de espécies nativas nas cidades. Mas o problema é que não conhecemos o comportamento de muitas delas e que tipo de doenças podem ter ao longo do tempo. Quanto maior a diversidade, maiores as dificuldades. Então estamos estudando essa questão para poder passar nosso conhecimento para o poder público e para os ativistas realizarem melhor sua tarefa”, disse o professor Buckeridge.
Cardim observa que as mudas entregues para plantio por empresas que cumprem termos de ajuste de conduta ou de compromisso ou de compensação ambiental deveriam respeitar uma variabilidade de espécies e determinado padrão de qualidade para as mudas.
“Antigamente as mudas eram entregues com copa e atendiam a um tamanho mínimo. Já chegavam trazendo serviço ambiental. Hoje são entregues mudas mínimas, quase que gravetos fadados à morte”, compara.
Para enfrentar esse problema, seria necessário dar uma pontuação para a qualidade das mudas entregues pelas empresas, seja por critérios de variabilidade e importância biológica ou pela qualidade geral da planta, defende.
“Será que o padrão Depave atende a todas as situações de plantio na cidade de São Paulo? Precisamos repensar isso”, afirma Cardim, referindo-se às normas do Departamento de Parques e Áreas Verdes (Depave) da Prefeitura Municipal, que regula o padrão de mudas para plantio na capital, por meio da Portaria 85/10 da SVMA.
Cardim aproveitou para divulgar as ações da Floresta de Bolso, técnica desenvolvida por ele e que consiste em concentrar grande biodiversidade e massa arbórea numa pequena área, transformando terrenos e trechos abandonados em espaços de preservação de matas nativas. As iniciativas de plantio são abertas ao público e divulgadas em uma página do Facebook.
O ator Vitor Fasano, também presente no encontro, lembrou importância dos quintais frutíferos para a avifauna e a necessidade de educação ambiental tanto para particulares que queiram plantar, quanto para os prestadores de serviços de jardinagem. Defendeu a ideia de um paisagismo urbano baseado em árvores nativas apropriadas ao embelezamento de grandes avenidas.
Em vez de espécies nativas, condomínios e praças se valem de um “paisagismo repetitivo” da moda, baseado em plantas chinesas, africanas, asiáticas e japonesas, disse Ananda Apple. As mais utilizadas são a falsa murta, o podocarpo, o buchinho, a areca e a palmeira azul, que são desconfiguradas pelas empresas de jardinagem para “formar um pretenso jardim escultural”, observou a jornalista.

Relacionado

Vídeo 1
Vídeo 2
Vídeo 3
Vídeo 4
Fotos
Critérios técnicos e monitoramento
Verdejando poda irregular
Verdejando poda de árvore
Verdejando protocolo risco
Podas irregulares, protocolos de segurança no trabalho e monitoramento das condições fitossanitárias foram apontados como medidas urgentes para a conservação das árvores urbanas
A superintendente de Gestão Ambiental (SGA) da USP e ex-secretária de Meio Ambiente do Estado de São Paulo, Patricia Iglecias, uma das debatedoras do encontro, destacou a necessidade de fazer uma revisão da legislação de plantio e manejo das árvores urbanas, inclusive no regramento das compensações ambientais. “No âmbito do Estado há o conceito de restauração que inclui critérios para o plantio e para a manutenção. Acredito que debater critérios técnicos de plantio e manutenção das árvores urbanas é muito importante nesse momento”, disse Iglecias.
Para a professora, é importante “pensar numa política de educação ambiental da sociedade e incluir no debate temas da agenda internacional de sustentabilidade, sem perder de vista o que queremos com a arborização de São Paulo”, disse.
Além de Iglecias, participaram como debatedores o professor Fabio Kohn, do Instituto de Matemática e Estatística (IME) e Internet do Futuro para Cidades Inteligentes (INCT); Jorge Belix de Campos, da Associação Mata Ciliar, e Juliana Gatti, do Instituto Árvores Vivas.
Kohn mencionou as iniciativas do projeto Cidades Inteligentes, que está pesquisando tecnologias inovadoras como a internet das coisas para criar modelos de sensores capazes de monitorar a vida e a saúde das árvores. Sugeriu também a criação de cursos online visando orientar sobre o plantio, além de aplicativos que auxiliem na gestão e manutenção das diversas espécies.
Segundo Natalini, a SVMA está em tratativas com uma empresa americana para avaliar a possibilidade de instalar um sistema via satélite capaz de dar a posição, a situação de poda e as condições fitossanitárias das árvores. “É como um Big Brother que vale por mil fiscais e já compramos um piloto por R$ 300 mil para monitorar parte da vegetação urbana. É uma forma mais fácil e barata, baseada em tecnologia da informação, que pode fornecer dados com alta precisão. Estamos fortemente propensos a comprar esse sistema”, disse o secretário.
Nik Sabey, da iniciativa Novas Árvores por Aí, falou das ações coletivas para o plantio de espécies nativas, entre elas, araucária, palmito juçara, cambuci e outras. “Há muitas idéias que podem ser aplicadas para deixar a cidade mais permeável e mais verde. Nova York já enxerga a arborização como medida de saúde pública”, ressaltou.
Imagens:
1: reprodução; 2 e 3: Marcos Santos/Jornal da USP; 4: Luiz Guadagnoli/SECOM/Fotos Públicas; 5 a 11: reprodução